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Ventos fortes durante chuva derrubam árvores e destelham casas

No fim da tarde de quinta-feira, 10, um temporal caiu em Bragança Paulista e provocou a queda de várias árvores e o destelhamento de residências. Os ventos chegaram a 60 km/hora, durando cerca de 20 minutos, de acordo com a Defesa Civil do município, enquanto o volume de chuvas foi razoavelmente baixo, com média de 8,7 milímetros.

A chuva de granizo chamou a atenção da população, mas foram os ventos que ocasionaram mais transtornos desta vez. A Defesa Civil registrou a queda de seis árvores: na Rua Silvério Polidori, s/nº, no Jardim São Miguel; na Travessa Alpheu Villaça, 31, na Vila Garcia; na Avenida Euzébio Savaio, 220, na Santa Libânia; na Rua Gentil Franco, 412, também na Santa Libânia; na Rua Lourenço Suppioni, 48, no Recanto Alegre; e na Avenida Nossa Senhora da Conceição, 140, no Parque dos Estados.

Na Vila Garcia e no Parque dos Estados, a Defesa Civil conseguiu fazer a liberação total da via. No Jardim São Miguel, foi feita a liberação parcial.

Já nos demais locais, as árvores caíram em fios da rede elétrica, por isso, não foi possível a retirada até que a empresa elétrica e o Corpo de Bombeiros fizessem as intervenções necessárias.

Alguns bairros, como Green Park, Jardim Iguatemi, Jardim São Miguel, Jardim Vista Alegre, Residencial Quintas do Vinhedo, Residencial Vila Verde, Vila Mota e Vila Romana, ficaram sem energia em razão de danos causados no sistema elétrico, situação que se normalizou após cerca de duas horas.

Além disso, a Defesa Civil foi acionada para atender algumas famílias cujas residências foram destelhadas pela força dos ventos.

Na Avenida Atílio Menin, altura do número 658, no Jardim Lago do Moinho, parte do telhado foi arrancado e caiu na área externa de um comércio vizinho. A família, composta por seis pessoas, resolveu passar a noite da casa de parentes.

Na Rua das Papoulas, 202, no mesmo bairro, houve a queda de parte de um muro de divisa entre residências.

Na Rua João Marques Prado, 42, no Jardim São Cristóvão, um cano de PVC foi arrastado e ficou pendurado sobre a casa.

Não houve registros de alagamentos ou inundações. O local que mais registrou acúmulo de água na tarde de quinta-feira foi o Jardim do Cedro, cuja estação meteorológica registrou 22 mm.

A variação do volume de chuvas na cidade foi grande. Na estação da Água Comprida, por exemplo, nenhum milímetro de água foi contabiliza-do, ou seja, não choveu. Na estação da Secretaria de Mobilidade Urbana, que fica no Júlio de Mesquita, apenas 2 mm de chuva foram registrados. Na estação do Jardim São Miguel, choveu 7,2 mm; na Secretaria de Esportes, 10,2 mm; e no Lavapés, 10,8 mm.

A Guarda Civil Municipal, o Corpo de Bombeiros e a empresa elétrica apoiaram as ações desenvolvidas pela Defesa Civil.

COMBATE ÀS ENCHENTES

Dessa vez, conforme já mencionado, o volume de chuvas não foi tão grande a ponto de causar transtornos. Porém, Bragança Paulista ainda tem alguns pontos que registram alagamentos quando o volume de água é um pouco maior ou quando chove por mais tempo.

Para combater o problema, o prefeito Jesus Chedid informou, na manhã dessa sexta-feira, 11, que vai começar a abrir os ribeirões a partir de fevereiro. A intenção é fazer depósitos para reter água, o que demandará desapropriações, informou.

Enquanto isso, a Administração empenha esforços para firmar um convênio com o governo federal, da ordem de R$ 30 milhões, que resolveria em longo prazo a questão das enchentes na cidade. “O Edmir está dando andamento, mas isso não impede que a gente combata as enchentes, nós temos várias licitações para dominar as enchentes ‘aqui’ para não chegarem lá embaixo”, declarou o prefeito.

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