De acordo com boletim atualizado pela Secretaria Municipal de Saúde, nessa quarta-feira, 23, Bragança Paulista chegou a um total de 100 mortes por Covid-19. O último óbito registrado foi de uma paciente do sexo feminino, de 62 anos.
As UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) também tiveram aumento na ocupação, chegando a uma taxa de 109,5%. A taxa de leitos de enfermaria, por sua vez, alcançou 37,5%.
Até o momento, a cidade tem 6.103 casos confirmados de coronavírus. Em 24 horas, a pasta informou que houve a confirmação de mais 25 casos da doença. Outras 36 notificações, de casos suspeitos, foram registradas no Ministério da Saúde, enquanto que 41 foram descartadas.
Até o momento, Bragança atingiu a marca de 12.881 notificações. Além dos casos confirmados, 5.795 foram descartados e 983 são suspeitos, aguardando o resultado de exames.
Dentre as confirmações, 4.586 pacientes já se recuperaram da doença, 1.404 estão orientados a permanecer em isolamento domiciliar e 13 estão hospitalizados. Já entre os casos em análise, 962 pessoas estão orientadas a permanecer em isolamento domiciliar e 21 estão hospitalizadas.
Os dados referentes à pandemia do coronavírus na cidade são atualizados, diariamente, pela Secretaria de Saúde, em suas redes sociais.
MUNICÍPIO REALIZA MAIS DE 33 MIL TESTES
A fim de aprimorar o monitoramento da curva de transmissão do coronavírus na cidade, a Prefeitura informou que já realizou mais de 33 mil testes para diagnóstico da Covid-19, entre rápidos, sorológicos e RT-PCR. Para isso, adquiriu 11.500 kits de testes rápidos e fez parceria com o Instituto Butantan, que testou 10.300 pessoas. Além da testagem rápida, foram realizados exames sorológicos e de RT-PCR. A Administração também estabeleceu parceria com a Universidade São Francisco para pesquisa de prevalência da SARS-Cov-2 para amostragem em quatro etapas.
Até o presente momento, das pessoas testadas, mais de 26 mil pessoas receberam laudo negativo para a doença. Fizeram os testes grupos como: funcionalismo público e privado, feirantes, comércio, transporte público, taxistas, motoristas por aplicativo (Ubers), coletores de lixo, profissionais da saúde (público e privado), gestantes, diabéticos e hipertensos, instituições de acolhimento, segurança pública, entre outros.
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