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A pior pobreza é a de comportamento!

Por Nando Fagundes, comunicador e terapeuta de comportamento

Nessa fase de quase término da pandemia, encontramos uma sociedade mais sensível e economicamente desestruturada. O olhar que precisamos ter é de solidariedade e de compaixão. O exercício diário é a construção de uma nova sociedade mais empática e com menos traumas do que vivemos e passamos.

As campanhas sociais vieram com muita intensidade nesses últimos dois anos e isso foi uma ferramenta importantíssima para a ajuda e erradicação da fome. Mas nós devemos abrir os olhos das pessoas de maior poder aquisitivo e dos empresários para que possam enxergar que as pessoas precisam de oportunidades para “ser” alguém na sociedade da competição. Isso requer empatia, paciência e reorganização, requer um novo olhar para com essa população que ficou. Muitos perderam os pais, filhos, foram acometidos pela Covid 19, enfim...

Ou mudamos os nossos comportamentos ou ficaremos da mesma forma que sempre fomos.

O ano novo é agora e não precisamos esperar o dia 1º para desejar ou ser uma pessoa melhor.

Um dia me falaram que eu não gosto de pobres e eu respondi: “Quem gosta de pobres é líder mediático, marketing podre!”.

Eu gosto de seres humanos e gosto de pessoas que estavam em situação de vulnerabilidade, que mudaram sua vida e estão ajudando a mudar a vida de muitos outros. Esse tipo de ser humano eu amo!

“Um mercado que ignora ou discrimina os princípios éticos cria condições desumanas que se abatem sobre pessoas que já vivem em condições precárias. Deste modo, assiste-se à criação incessante de armadilhas novas da miséria e da exclusão, produzidas por agentes econômicos e financeiros sem escrúpulos, desprovidos de sentido humanitário e responsabilidade social” – Papa Francisco.

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