No próximo dia 26, quinta-feira, às 19h30, acontece a Associação Brasileira de Apoio e Cuidados com Cannabis (Abracuca) realiza uma live, em formato de talk show, a fim de difundir informações a respeito de tratamentos com cannabis. A transmissão ao vivo acontece pelo Facebook e pelo YouTube da associação.
A live também pretende sanar dúvidas recorrentes sobre o assunto, apresentar informações sobre o momento da Cannabis Medicinal no Brasil e apresentar a área social disso.
A ação acontece no Centro Cultural Teatro Carlos Gomes e também comemora os três anos de Abracuca em Bragança Paulista.
A associação foi fundada em julho de 2018 por Thiago de Oliveira Marques, Alfredo Campos, Tarcizio Candelária, Caio Villaça e Eduardo Cury, com o objetivo de garantir e facilitar o acesso a medicamentos derivados da planta cannabis sativa.
Participam da live, o presidente da associação e engenheiro ambiental, pós graduado em Cannabis Medicinal, Thiago Marques de Oliveira; o neurocirurgião, coordenador do Departamento de Coluna da Academia Brasileira de Neurocirurgia, professor de Medicina na Universidade São Francisco e Membro da Society of Cannabis Clinicians (EUA), Eduardo Cury; Luke Johnson e Bruno Santana de Araújo, respectivamente CEO e diretor de Operações Logísticas e Finanças da Nunature Labs, fabricante que está entrando no mercado brasileiro.
De acordo com a Abracuca, os medicamentos à base de cannabis podem ser usados por pessoas com patologias como epilepsia, Alzheimer, Parkinson, autismo, esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica (ELA), dor crônica, fibromialgia, câncer, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), depressão, artrite, artrose, sequelas de acidente vascular cerebral (AVC), transtorno de ansiedade generalizada (TAG), entre outras.
Em 8 junho, uma comissão especial da Câmara dos Deputados analisou o Projeto de Lei 399/15 e aprovou o texto-base de proposta para viabilizar a comercialização de medicamentos que contenham extratos, substratos ou partes da planta Cannabis sativa em sua formulação, para fins científicos, industriais e veterinários. Antes da legalização, o PL deve ir para votação no plenário da Câmara, análise do Senado e sanção do presidente da República.

0 Comentários