Morreu, nessa quarta-feira, 13, em Santos, o então candidato à presidência da República, Eduardo Campos. Aos 49 anos, ele deixou esposa e cinco filhos.
Eduardo estava no avião modelo Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, que partiu do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e pousaria na Base Aérea de Santos, no Guarujá. Entre as Ruas Alexandre Herculano e Vahia de Abreu, no Boqueirão, zona leste de Santos, o avião caiu.
Além de Eduardo Campos, as informações dão conta de que também estavam no avião Pedro Valadares, assessor direto do presidenciável, Carlos Percol, assessor de imprensa, Alexandre Severo, fotógrafo oficial da campanha, e Marcelo Lyra, cinegrafista da campanha. Os pilotos a bordo seriam Geraldo Cunha e Marcos Martins.
No momento do acidente, chovia e ventava e o mau tempo pode ter sido a causa do ocorrido.
O ex-governador de Pernambuco tinha compromissos de campanha no litoral paulista nessa quarta-feira.
A queda do avião se deu em cima de casas e de uma academia. A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) informou que o avião, pertencente à AF Andrade Empreendimentos e Participações Ltda., estava com a documentação em dia.
“Quando se preparava para pouso, o avião arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave. A Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar os fatores que possam ter contribuído para o acidente”, diz a nota divulgada pelo Centro de Comunicação Social da Aeronáutica.
Coincidência trágica, Eduardo Campos faleceu no mesmo dia em que seu avô, Miguel Arraes, que morreu em 13 de agosto de 2005, de infecção generalizada.
A maioria dos candidatos às Eleições 2014 cancelou suas agendas pelos próximos dias após a notícia da morte de Eduardo Campos.
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