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Redescobrindo

BANANADA RÁPIDA DA FERNANDA

Tendo na fruteira algumas bananas madurinhas, resolvi, a pedido da minha filha, Amanda, fazer uma bananada de colher – receita da minha irmã, Fernanda, que me passou há algum tempo e nunca mais preparei.

Fui olhar as outras receitas que eu tinha guardadas, a da minha sogra e a da Dona Cida Zappa, que mencionei na nossa conversa anterior. A diferença foi que, em ambas, mais antigas, as medidas eram em quilos e, no meu caso, a receita seria com 15 unidades, ou “dedos” de banana, como diziam antigamente.

E como essa é a realidade atualmente, fazer pequenas porções (minha  sogra e a Dona Cida faziam em grande escala, para venda em caixetas) foi a que deu menos trabalho, pois, em menos de uma hora, o doce ficou pronto e, de quebra,  descobri o “segredo” para que ela fique escurinha sem precisar juntar ao final uma calda de açúcar em ponto de caramelo: em vez de colocar as bananas em rodelas, o que até dá mais trabalho, ao colocá-las amassadas com garfo, elas já vão escurecendo à medida em que é feito o cozimento. Vocês vão perceber na foto uns pontinhos mais claros da única unidade que coloquei em rodelas e não consegui amassar durante o cozimento.                                                                                      

                                                                                                      Anote:  

BANANADA RÁPIDA DA FERNANDA

          A medida é sempre a mesma, independe da quantidade de bananas de que dispõe e do tamanho da fruta.

         Descasque a quantidade de bananas maduras que vai usar e amasse com o garfo colocando na panela. Eu usei 15 unidades.

         Para cada unidade de banana, coloque:

 - 2 colheres (sopa) de açúcar

 - 1 colher (sopa) de caldo de limão (eu usei o limão vinagre)

         Junte tudo na panela, colocando uma rama de canela em pau. Misture bem, ligue o fogo médio e mexa de vez em quando para não grudar até virar uma pasta que solte do fundo da panela ao passar a colher de pau. Despeje num pirex ou, se quiser imitar uma caixeta de antigamente, use uma embalagem tetrapack, dessas de leite, aberta no sentido do comprimento, bem lavada e seca, que terá depois de frio um doce nos moldes de antigamente.

         Ponto de colher: logo que comece a desgrudar do fundo, já coloque no pirex

        Ponto de corte: espere mais alguns minutos até a massa se juntar mais compacta ao puxar com a colher de pau.

Maria Inês de Oliveira Chiarion Zecchini é professora de Educação Infantil nesta cidade e autora do livro “Redescobrindo – receitas da cozinha bragantina”. Faz parte da Associação dos Escritores de Bragança Pau- lista (Ases), foi membro fundadora da Academia Bragantina de Letras (ABL) de 2005 a 2008, e colunista do jornal Cidade de Bragança de 2005 até 2011.

Até nosso próximo encontro!

Para sugestões, críticas e temas para as próximas colunas, escreva para: miocz@yahoo.com.br.

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