De acordo com o boletim desta terça, 11, divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, Bragança Paulista atingiu 382 óbitos por Covid-19.
Além disso, o número de casos chegou a 17.691, sendo que 13.276 são de pacientes recuperados. No momento, 3.980 pessoas recebem tratamento em isolamento domiciliar e 148 casos estão em análise, nenhum deles de óbito.
A taxa de ocupação da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) tem oscilado, entre a ocupação máxima e os 97%, que foi o índice registrado no boletim de hoje.
A taxa de ocupação dos leitos de enfermaria também tem oscilado, chegando a registrar 90% na sexta, 7. Hoje, no entanto, está na máxima. Não há fila de espera para leitos em ambos os casos, no entanto, 34 pacientes bragantinos ocupam leitos SUS em hospitais de fora da região.
Bragança tem 46 leitos de UTI disponíveis, 16 deles no Husf (Hospital Universitário São Francisco), 23 na Santa Casa de Bragança e sete na Santa Casa de Socorro. No caso dos leitos de enfermaria, são 50 os disponíveis, 30 na Santa Casa de Bragança e 20 na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Vila Davi.
Segundo a Secretaria de Saúde, algumas mortes que não haviam sido registradas, devido à demora do sistema de comunicação de Declaração de Óbito, estão sendo contabilizados agora. Isso se deve ao trabalho realizado periodicamente pela da Comissão de Revisão de Óbitos Covid.
Foi o que ocorreu nos boletins de quinta, 6, e de sábado, 8, em que a morte de vários pacientes, que ocorreram em março, mês que teve mais óbitos até agora, e abril, só foram contabilizadas nos números da pandemia somente agora, em maio.
De acordo com a Secretaria de Saúde, a Comissão de Revisão constatou também, que alguns óbitos que haviam sido incluídos no censo de Bragança não eram de pacientes do município e, por isso, foram excluídos, Em contrapartidas, pacientes bragantinos que estavam internados em hospitais de fora da região e vieram a falecer, também não haviam sido incluídos no censo, que agora, foi corrigido. Houve, também, a exclusão dos óbitos de pacientes que foram contaminados pelo coronavírus, mas a causa da morte foi outra.
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