Fotos: Divulgação/Coletivo Socioambiental Bragança Mais
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Meio Ambiente

Bragança Paulista, Tuiuti e Joanópolis unidos pela sobrevivência

2 de agosto foi o Dia Nacional de Mobilização contra a PL da Devastação e o Coletivo Socioambiental Bragança Mais promoveu dois eventos simultâneos solicitando o veto presidencial. O Coletivo AgroMonalisa, de Tuiuti, o Grupo Eco Joá, de Joanópolis, a UBT (União Brasileira de Trovadores) – seção Bragança Paulista – e munícipes diversos se juntaram a nós nessa ocasião, unindo forças e esperanças por um futuro digno.

Um dos eventos foi no Parque do Lago dos Padres – um pequeno fragmento original da Mata Atlântica, cercado por duas importantes avenidas de Bragança Paulista – onde os presentes, de todas as idades (de crianças de colo a pessoas 80+), puseram mãos à obra e:

 - participaram da confecção de cartazes pedindo o VETO à PL da Devastação;

 - limparam com esfregão e água as placas existentes no local, que estavam sujíssimas, impedindo a visualização das informações sobre as trilhas e sua fauna;  

 - coletaram lixo (muito lixo) ao redor do Lago dos Padres e, com redinha, também na água;

 - declamaram trovas de conteúdo ambiental;  

- compartilharam um lanche saudável trazido pelos participantes.

O outro evento foi no Lago do Taboão, cartão postal da cidade, onde integrantes do Coletivo Socioambiental Bragança Mais expuseram dezenas de cartazes com informações sobre o nosso bioma, a Mata Atlântica, e os riscos que a falta de controle sobre as atividades traz.

Os passantes eram interpelados a se inteirar do assunto e, se quisessem, a assinar a reivindicação #pldevastação.org, solicitando o veto presidencial da PL da Devastação.

Apesar do motivo para a realização desses eventos ser triste e nos encher de preocupação, a união de tantas pessoas em torno de uma reivindicação justa e importante fez com que a esperança se fortalecesse e amizades se consolidassem.

Observação: a PL 2159/2021, chamada de “PL da Devastação”, reduz drasticamente as obrigações dos empreendedores, enfraquece a fiscalização e prejudica a todos, viventes e ainda não nascidos, afetando a natureza, de modo a provocar enchentes e inundações, desmoronamentos e erosão, ciclones e tempestades, enfim, um pacote completo de problemas.

Vivian Feres José

Integrante do Coletivo Socioambiental Bragança Mais

 

 

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