Mais de 13 milhões de pessoas estão desempregadas no país, o que representa índice superior a 12% da população. A economia ainda não dá sinais de recuperação que seja suficiente para aquecer o mercado formal de empregos. Levantamento feito pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostra que Bragança Paulista começou o ano com saldo negativo na geração de vagas formais no mercado de trabalho.
Os dados apontam que em janeiro deste ano, foram geradas 1.362 vagas. Porém, 1.390 trabalhadores que tinham a carteira de trabalho assinada foram desligados de seus postos, o que resultou num saldo negativo de 28 vagas.
Fevereiro teve saldo positivo bastante expressivo. Foram 1.610 admissões contra 1.416 demissões, ou seja, 194 novas vagas.
Porém, em março, o saldo novamente ficou no vermelho: foram 1.299 contratações contra 1.467 desligamentos, 168 vagas a menos.
Neste primeiro trimestre, Bragança Paulista teve apenas duas vagas negativas, com 4.271 admissões e 4.273 demissões. Mas, na comparação com o primeiro trimestre de 2018, os números são alarmantes, pois, no ano passado, no mesmo período, foram geradas 393 novas vagas, com 4.357 contratações e 3.964 desligamentos.
Analisando a geração de empregos por setores, é possível ver que a indústria de transformação foi o que mais demitiu nesses três primeiros meses. Foram 292 vagas a menos, com 836 admissões e 1.128 demissões. Por outro lado, o setor que mais gerou emprego na cidade foi o de serviços, com 1.699 contratações e 1.336 desligamentos, ou 363 novas vagas.
No estado de São Paulo, o saldo foi positivo de janeiro a março, com mais de 60 mil novas vagas. Foram 616.609 admissões e 552.950 desligamentos, ou 63.659 novos postos de trabalho.
No país, o saldo também ficou positivo, com 1.765.362 contratações e 1.604.929 desligamentos, ou 160.433 novas vagas.
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