Calçadas para pedestres ou para o mato? – Parte III

Os pedestres não têm como andar pela calçada na Avenida Francisca de Paula Pereira, no Jardim São Lourenço.

Próximo à Rua Coronel Daniel Peluso, onde a via pública tem uma espécie de triângulo que ordena o trânsito para que os carros subam por um lado e desçam por outro, é impossível caminhar nas calçadas e também nesse dispositivo, pois o mato toma conta de tudo.

O local é bastante movimentado, tanto por veículos como por pedestres, pois há estabelecimentos comerciais e empresas nas proximidades. Assim, as pessoas são obrigadas a andar pela rua, disputando espaço com os veículos.

No meio do triângulo da avenida, foi feita uma trilha. Porém, o pedestre que passa por ela acaba saindo no meio das vias públicas, seja na Avenida Francisca de Paula Pereira ou na Rua Coronel Daniel Peluso, lugares em que não há qualquer segurança para ele.

Além disso, o mato que cresceu no dispositivo de ordenamento do trânsito começa a encobrir sinais de pouco civismo por parte da população. Sacos de lixo, restos de madeira, pneu e até pedaço de roupa estão jogados no local.

CALÇADA PARA PEDESTRES

Na edição de domingo passado, 18, foi noticiado que a calçada de um trecho da Rua Antonieta Thomazini Lonza, no Parque Brasil, próximo ao entroncamento com a Rodovia Capitão Barduíno, estava quase encoberta pelo mato. Na última semana, o mato foi cortado e a calçada pode novamente ser usada pelos pedestres.

A mesma atitude ainda não foi vista com relação às calçadas da Rua Antônio Caldato, no Padre Aldo Bollini, que continuam com mato alto, inibindo a passagem das pessoas.

 

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