O escritor e autor da coluna Crônicas de um Sol Nascente, do Jornal Em Dia, Edweine Loureiro, recebeu mais um importante prêmio literário. Desta vez, um texto seu, em espanhol, obteve o primeiro lugar no Festival de Cine TerrorMolins, um dos maiores festivais de terror da Europa.
O festival, que já homenageou cineastas como Brian De Palma, ocorre na Espanha, mais precisamente na Catalunha – na cidade de Molins de Rei – há 38 edições. Desde 2007, paralelo ao festival de cinema, ocorre um concurso de Microcontos de Terror, em duas categorias: espanhol e catalão. Edweine participou, no idioma espanhol, de quatro edições do concurso, alcançando bons resultados em todos. “Em 2013, meu texto Gardel foi o segundo lugar. Em 2017, meu texto Aurora ficou entre os finalistas. Em 2018, meu texto La Madre obteve o segundo lugar. E, agora, em 2019, meu texto Fascinación obteve o primeiro lugar, entre 164 textos inscritos em espanhol – na outra categoria, catalã, foram 34 textos inscritos. É a primeira vez que um não-nativo da língua espanhola obtém o primeiro lugar concorrendo com nativos da Espanha, Argentina, México, entre outros países”, explica.
O escritor conta que conheceu o concurso em 2013, devido à familiaridade com o idioma. “Como são textos curtos e domino o Espanhol (minha família tem origem peruana), sempre busco na internet concursos nesse idioma. Foi assim que, em 2013, conheci esse concurso”.
Acumulando 370 premiações em concursos literários, entre Brasil, Portugal e Espanha, o autor, residente no Japão, afirma que sua última vitória foi uma grata surpresa. “Entre tantos escritores em castelhano, ganhar, confesso, foi uma agradável surpresa! Algo que jamais esquecerei. A inscrição, este ano, foi pela primeira vez por um formulário na internet, o que atraiu mais participantes de todo o mundo e fez esta conquista ainda mais especial”, comenta.
Confira o texto premiado de Edweine Loureiro no Festival de Cine TerrorMolins:
Millor Microrelat en llengua castellana: Fascinación, d’Edweine Loureiro da Silva (Saitama, Japó)
María se había enamorado tan desesperadamente de los ojos de su esposo que, en la noche de bodas, los guardó en un joyero.
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