A família do pequeno João Pedro corre contra o tempo para arrecadar R$ 120 mil e custear uma cirurgia que pode dar a ele a chance de andar. O procedimento, que será realizado no Centro de Excelência em Reconstrução Óssea, em Curitiba-PR, precisa ser feito antes que o menino complete 5 anos, em maio, mas o montante arrecadado pela vaquinha ainda está longe da expectativa.
Com as malformações raras, sendo uma na face (Sequência de Pierre Robin) e outra na perna (Fêmur Curto Congênito), diagnosticadas ainda no útero, a família havia se preparado para a chegada de João, mas não fazia ideia da gravidade da situação. “Ficamos um pouco apreensivos, mas sempre pedindo em oração para Deus colocar as pessoas certas no caminho do João”, disse a mãe, Gisele de Carvalho, ao Jornal Em Dia.
O nascimento prematuro agravou ainda mais as vulnerabilidades do menino que, desde o início, sofreu com problemas respiratórios. A primeira cirurgia foi na mandíbula, realizada quando a criança tinha apenas dois meses de vida, a fim de facilitar sua respiração. Trinta dias depois, voltou à UTI, onde foi necessária a traqueostomia, que o acompanhou até 2021. Durante a pandemia, a família perdeu o pai, Hamilton, para a Covid-19.
O médico que deu esperança aos familiares do menino não atende pelo plano de saúde e, por isso, a cirurgia de reposicionamento do quadril e alongamento ósseo foi negada. Atualmente, João vai à escola com auxílio de uma assistente e de um carrinho que fica na unidade para atendê-lo. Ele também faz fisioterapia e tratamento fonoaudiológico.
Para ajudar na campanha, envie sua contribuição para a chave Pix: (11) 9 9879-9254 (Gisele Gonçalves de Carvalho), ou pela vaquinha virtual: https://bityli.com/8STYGX.
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