Edith Cultura exibe Mostra do Filme Livre nesta terça-feira

Sessão de Cineclube faz parte da programação do Festival de Inverno

 

O Edith Cultura, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, exibe nesta terça-feira, 14, às 19h30, no Mini-Mis - Casinha do Lago, a MFL (Mostra do Filme Livre), maior mostra brasileira de filmes independentes.

Em seus 14 anos de existência, a MFL exibiu mais de 200 filmes por ano. Em 2014, a mostra foi exibida durante três meses seguidos, nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, além do Circuito de Cineclubes.

Esta é a primeira vez que a mostra será exibida na cidade, onde o Edith Cultura apresentará a sessão Curtas Premiados.

Saiba mais sobre cada filme:

Pequeno objeto A (Daniel Abib, 2014, 15min., RJ)

Em algum lugar do passado, uma bomba atômica explode e o mundo fica reduzido a cinzas. Shiro Ishio é um cientista que ajudou a desenvolver a bomba e agora tenta entender as suas consequências: uma estranha anomalia e uma misteriosa menina.

Vailamideus (Ticiana Augusto Lima, 2014, 8min., CE)

O que era para ser um acontecimento banal, uma família durante uma sessão de fotos junto a idosa matriarca, ganha uma força extremamente incômoda com o isolamento provocado pela câmera, fazendo com que o filme se torne uma espécie de denúncia do vazio da cultura “selfie”.

Time gap (Cláudia Cárdenas & Rafael Schlichting, 2014, 11min., SC)

O filme aborda o nascimento da imagem, retomando o negativo fílmico como pele de inscrição para expor e tentar exaurir suas possibilidades de esgarçamento por meio da tecnologia digital.

E (Alexandre Wahrhaftig, Helena Ungaretti & Miguel Antunes Ramo, 2013, 17min., SP)

O filme atesta uma cruel realidade, de que tudo tem mesmo seu preço, para azar do mundo e “sorte” dos que querem e/ou podem pagar por mais privacidade e exclusividade na hora de estacionar seu carro.

De profundis (Isabela Cribari, 2014, 21min., PE)

Se valendo de depoimentos, filmagens contemporâneas, imagens de arquivo, câmeras subaquáticas e licenças poéticas, a diretora consegue expressar todo o drama da antiga população da Itacuruba – quando, em 1988, houve o remanejamento de todos os seus habitantes para construção da Barragem de Itaparica.

Vistos em volta (Thiago Zamprogno, 2014, 10min., RJ).

Uma linha tênue entre passado e futuro costura e descostura incessantemente as micro-narrativas desse enigmático filme que imerge densamente no mais profundo e primitivo sentido de olhar, dar à luz algo que boa parte do tempo passa despercebido ao furor da bolha luminosa onde pouco se percebem no contraste as múltiplas formas do real.

A classificação indicativa é de 14 anos.

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