Nesta fase, cada unidade irá elaborar o seu plano para o segundo semestre considerando a capacidade total de acolhimento e não mais o total de matrículas
Nesta semana, o governador João Doria e o secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, anunciaram o novo plano de ampliação da retomada das aulas presenciais da Educação Básica para o segundo semestre de 2021.
Nesta fase, o cálculo da porcentagem de alunos permitidos será feito levando em consideração a capacidade total de acolhimento das escolas e não mais o total de matrículas. O distanciamento mínimo entre as pessoas diminuiu, de 1,5 metro para 1 metro.
De acordo com o governo, cada escola terá autonomia para elaborar o seu plano de retorno considerando a realidade da comunidade escolar. Neste momento, a volta às aulas presenciais não será obrigatória para os estudantes.
“Neste novo plano, a partir de agosto, cada escola deverá determinar a capacidade de acolhimento total de alunos de acordo com a sua realidade, desde que sejam respeitados todos os protocolos de prevenção, como uso de máscara, álcool em gel e distanciamento mínimo de um metro entre os estudantes na sala de aula”, comentou Doria, ressaltando que “São Paulo foi o primeiro estado do Brasil a vacinar os profissionais de Educação e está empenhado em garantir um retorno seguro às aulas presenciais”.
Outra medida é a aquisição de três milhões de testes de Covid-19 destinados a profissionais da Educação e estudantes, que está sendo feita por meio de ata de registro da Secretaria de Saúde. Os testes serão aplicados em parceria com Secretarias Municipais de Saúde em casos sintomáticos. A fim de garantir vigilância epidemiológica escolar, também será feita avaliação sentinela.
Os protocolos já usados anteriormente para mitigar o contágio do coronavírus, como uso correto de máscara, medição de temperatura, higieniza-ção constante das mãos e identificação e afastamento de casos suspeitos ou confirmados, serão mantidos. Os casos devem ser notificados à Unidade Básica de Saúde (UBS), regis-trados no sistema de moni-toramento da Seduc-SP, o Simed, e atualizados com o registro médico.
O secretário de Educação afirmou que o retorno das atividades presenciais é urgente para não prejudicar ainda mais os alunos da rede. “Quanto mais tempo demorarmos a voltar, maior será o déficit de aprendizagem dos nossos estudantes. É urgente voltarmos com nossas crianças, jovens e adultos às aulas presenciais”, destacou Rossieli.
O governo de São Paulo já havia decretado a Educação como um serviço essencial. Com o novo plano de ampliação da retomada das aulas em agosto, a Secretaria da Educação (Seduc-SP) quer minimizar os efeitos causados pela pan-demia, tanto na aprendizagem como na saúde emocional dos estudantes.
O resumo das medidas anunciadas pelo governo de São Paulo está disponível no link: https://issuu.com/governosp/docs/apresenta_o_ educa_o .
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