
No dia 24 de abril, às 10h, na Catedral, acontecerá a celebração eucarística da ordenação diaconal de Douglas Juan Reis Dantas (foto 1) e Elyton Edson de Araújo (foto 2). O evento será transmitido on-line pelas redes sociais da Diocese (Facebook e YouTube). Convidamos a todos a acompanharem pelas mídias sociais.

Queridos paroquianos (as).
Agradeço a todas as famílias que, sensibilizadas com a dor do desemprego e da fome, que atingem a muitos aqui em Bragança, estão enviando para nossa comunidade as cestas básicas para partilharmos com quem mais necessita nesse momento.
Graças a Deus e à partilha de todos, são distribuídas diariamente cinco cestas em nossa comunidade.São muitas as famílias necessitadas, e é um dever humano cuidar do próximo.Deus abençoe vocês por todo bem, dando-lhes saúde e paz. Peço que continuem em constante oração.
Para que todos saibam, digo-vos, no meu celular ou da paróquia não param de chegar pedidos de orações para doentes acometidos da Covid-19, e que, infelizmente, sofrem nos hospitais. Há muitas famílias aflitas, portanto, somos nós, por via de preces, que podemos ajudar e dar esperança a cada coração.
Sou grato a todos por ajudarem a Mãe Igreja a confortar e a trazer segurança e alento, em momentos em que tudo parece ser apenas desespero e lágrimas.
Deus cuida sempre de nós!
Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo. Amém!
Pe. Edson Marcelo Falsarela
A Paróquia N. Sra. da Conceição retoma as missas com a presença de fiéis:
· Catedral: 2ª feira às 12h; 3ª feira a sábado às 16h; 5ª feira e sábado às 19h30; e domingo às 10h e 19h30;
· Igreja N. Sra. do Rosário: 3ª feira às 7h com bênção e distribuição do Pão de Santo Antônio; 5ª feira às 12h; e domingo às 7h30, 11h30 e 17h.
Todos os controles sanitários serão mantidos, como medição de temperatura, utilização de álcool (70º), uso de máscara e distanciamento mínimo de 1,5 m, no espaço interno da Igreja.
Continuam, pelo Facebook – meio social da Paróquia – e pelo YouTube, a missa de segunda-feira às 12h: de terça-feira a sábado às 16h; a missa dominical às 8h, transmitida pela TV, no canal Altiora; após, A Voz do Pastor, às 16h30; e a missa das 19h30 irradiada pela Rádio Bragança AM 1310.
Obs.: Nas capelas, não houve retorno para celebração de missas.
Salmo 89: “Senhor, fazei dar frutos de nossas mãos!”.
Pascom – Catedral
O governo estadual realizou a reclassificação do Plano São Paulo e criou a fase de transição, que reabriu igrejas em todo o estado de São Paulo. Com isso, desde o dia 18, domingo, está permitida a celebração de missas e outras atividades religiosas, que devem ocorrer seguindo protocolos e regras sanitárias. A medida vigora até 30 de abril.
“Nossas vozes te celebram, operário São José, que a oficina consagraste, trabalhando em Nazaré”. (Liturgia das Horas, Ofício de S. José Operário)
“Se todo o amor aspira à eternidade, o amor de Deus não só aspira a ela, como cria e é a eternidade”. (Bento XVI, papa emérito)
“A Igreja é a casa e a escola de oração”. (Papa Francisco)
“Todo trabalho, unido à Paixão de Cristo, torna-se elemento de redenção individual e social”. (BV. Tiago Alberione)
“Paciência e persistência são duas características que diferenciam o profissional do amador. Tudo o que hoje é grande um dia começou pequeno. Você não pode fazer tudo, mas faça tudo o que puder transformar seus sonhos em realidade. E procure manter em mente que depois da noite sempre vem o amanhecer”.
(Dr. Lair Ribeiro)
Dia 25 – 4º Domingo da Páscoa, Semana do Saltério /São Marcos, Evangelista.
· Dia da Contabilidade
Dia 26 – Nossa Senhora do Bom Conselho / Santos Anacleto e Marcelino, Clarêncio.
· Dia da celebração da 1ª missa no Brasil, Dia da Prevenção e Combate à Hipertensão
Dia 27 – Nossa Senhora de Monterrat /Santa Zita, Santo Tassac.
· Dia da Empregada Doméstica
Dia 28 – Santos: Luís Maria Grignionn de Monfort, Pedro Chanel, Gianna Bereta / Molla, Maria Felícia de Jesus Sacramentado (1ª beata paraguaia, país onde era conhecida por “Chiquitunga”).
· Dia da Sogra, Dia da Educação, Dia Mundial do Sorriso e Dia Mundial da Memória às Vítimas de Acidentes do Trabalho
Dia 29 – Santas Ava, Catarina de Sena, virgem e doutora da Igreja.
Dia 30 – São Pio V – Papa, São Bento Cottolengo.
· Dia Nacional da Mulher, Dia do Ferroviário
Dia 1º maio – São José Operário.
· Dia Mundial do Trabalho, Dia do Trabalhador / Nascimento de José de Alencar em 1829 /Feriado Nacional
Dia 2 – 2º Domingo da Páscoa / Santo Atanásio, doutor da Igreja Orientais da Igreja Católica Romana.
· Dia do Ex-Combatente da FEB (Força Expedicionária Brasileira) / Cabral deixa o Brasil e parte para as Índias - 1500
Dia 3 – Santos Felipe e Tiago Menor, Apóstolos.
· Dia do Sertanejo, Dia do Pau-brasil, Dia do Sol, Dia Mundial da Liberdade de Imprensa
Dia 4 – São Peregrino – Protetor contra o Câncer, Santos: Floriano e Gregório.
· Dia Mundial da Asma
Dia 5 – São Silvano, Santo Ângelo de Jerusalém.
· Dia Nacional das Comunicações
Dom Sérgio, bispo diocesano, considerando a missão da Igreja, que é cuidar e defender a vida na sua integridade, sobre a retomada das missas, recomenda:
1 – Que as missas públicas podem ser retomadas, com a proporcionalidade do Plano SP (25%), observando os protocolos de medidas sanitárias (nos quais é indispensável o distanciamento, o uso de máscaras e álcool 70°);
2 – As transmissões on-line não sejam interrompidas, a fim de que as pessoas impossibilitadas de participar, ou ainda temerosas, prefiram aguardar mais algum tempo em vista do cuidado da família, tenham o conforto de ouvir a Santa Palavra, bem como a homilia que será sempre um alívio em meio a tanta angústia.
Este sacramento é mais conhecido como o sacramento da Confissão. No entanto, ele recebe outros nomes como veremos adiante.
No Concílio Vaticano II, por meio da Constituição Dogmática “Lumen Gentium”, nº 11, assim a Igreja se pronunciou: “Aqueles que se aproximam do sacramento da penitência obtêm da misericórdia de Deus o perdão da ofensa que lhe fizeram e, ao mesmo tempo, reconciliam-se com a Igreja que feriram pelo pecado, a qual procura levá-los à conversão pela caridade, pelo exemplo e pela oração”.
O Catecismo da Igreja Católica explica-nos cada um desses nomes:
a) Chama-se “sacramento da Conversão”, pois realiza sacramentalmente o convite de Jesus à conversão (Mc 1,15), o caminho de volta ao Pai (Lc 15,18), do qual a pessoa se afastou pelo pecado.
b) Chama-se “sacramento da Penitência, porque consagra um esforço pessoal e eclesial de conversão, de arrependimento e de satisfação do cristão pecador (CIC 1423).
c) Chama-se “sacramento da Confissão” porque a declaração, a confissão dos pecados diante do sacerdote é um elemento essencial desse sacramento. Num sentido profundo, esse sacramento também é uma “confissão”, reconhecimento e louvor da santidade de Deus e de sua misericórdia para com o homem pecador. Também é chamado “sacramento do Perdão” porque, pela absolvição sacramental do sacerdote, Deus concede “o perdão e a paz”.
d) Chama-se “sacramento da Reconciliação” porque dá ao pecador o amor de Deus que reconcilia: “Reconciliai-vos com Deus” (2Cor 5,20). Quem vive do amor misericordioso de Deus está pronto a responder ao apelo do Senhor: “Vai primeiro reconciliar-te com teu irmão” [(Mt 5,24); (CIC 1424)].
Ao ser criado, Adão recebeu a santidade e a justiça originais, não exclusivamente para si, mas para toda a natureza humana. Cedendo ao tentador, Adão e Eva transmitem à humanidade inteira esta natureza privada da santidade e da justiça originais – o pecado original contraído e não cometido (CIC 404).
O Batismo apaga o pecado original e os pecados pessoais, reconciliando o homem com Deus, mas as consequências de tal pecado sobre a natureza humana permanecem e o incitam à prática do mal (CIC 405). A graça do Batismo não livra ninguém de todas as fraquezas da natureza e, por isso, temos que combater os movimentos da concupiscência, que não cessam de arrastar-nos para o mal (CIC 978). Por concupiscência, entende-se a propensão da natureza humana ao pecado (CIC 1264).
Só Deus perdoa os pecados (Mc 2,7). Por ser o Filho de Deus, Jesus diz de si mesmo: “O Filho do homem tem poder de perdoar pecados na terra” (Mc 2,10) e exerce esse poder divino: “Teus pecados estão perdoados!” (Mc 2,5; Lc 7,48). Mais ainda: em virtude de sua autoridade divina, transmite esse poder aos homens para que o exerçam em seu nome (CIC 1441). Segundo São João, na noite da Páscoa, ao dizer aos apóstolos: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, serão perdoados; a quem os retiverdes, serão retidos” (Jo 20,22-23), Jesus instituiu o sacramento do Perdão (CIC 1485).
Conferindo aos apóstolos seu próprio poder de perdoar os pecados, o Senhor também lhes dá autoridade de reconciliar os pecadores com a Igreja. Esta dimensão eclesial Jesus expressa quando diz a Simão Pedro: “Eu te darei as chaves do Reino dos Céus, e o que ligares na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16,19).
Cristo instituiu o sacramento da Penitência para todos que, depois do Batismo, cometeram pecado grave e, com isso, perderam a graça batismal e feriram a comunhão eclesial. A eles, este sacramento oferece uma nova possibilidade de converter-se e recobrar a graça da justificação (CIC 1446).
Para receber o sacramento do Perdão, primeiramente, o penitente, reconhecendo-se em estado de pecado, deve estar arrependido e ter o propósito de não tornar a pecar. Um auxílio, neste primeiro ato, chama-se ‘exame de consciência’ que consiste em examinar como temos vivido perante Deus e perante os irmãos e deve ser feito à luz da palavra de Deus e de seus mandamentos.
A declaração dos pecados ao sacerdote constitui uma parte essencial do sacramento do perdão: “Os penitentes devem, na confissão, enumerar todos os pecados mortais de que tem consciência (...), mesmo que esses pecados sejam muito secretos ... (Conc.de Trento, DS 1680; CIC 1456).
Como esses pecados prejudicam o próximo, é necessário reparar esse mal (exemplos: devolver o fruto do roubo, restabelecer a reputação do que foi caluniado, ressarcir as ofensas e injúrias). A absolvição tira o pecado, mas não remedeia todas as desordens que causou. Por isso, deve o penitente cumprir a ‘penitência’ imposta pelo confessor. Esta pode consistir na oração, numa oferta, em obras de misericórdia, em privações voluntárias, entre outras (CIC 1460).
Os administradores deste sacramento são os bispos, sucessores dos apóstolos, e os presbíteros seus colaboradores na medida em que recebem o múnus, quer de seu bispo (ou de um superior religioso), quer do papa, por meio do direito da Igreja (CIC 1461-1462).
Paulo Trujillo Moreno
Pastoral familiar e litúrgica da Paróquia de São Benedito

Descobrimento foi, na verdade, uma invasão à terra dos índios
Em abril de 1500, depois de 45 dias de viagem, a esquadra de Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil – o fato ficou conhecido como o descobrimento do país. Entretanto, as terras brasileiras já eramocupadas pelos povos indígenas. A chegada dos portugueses, na verdade, foi uma invasão ao país.
Cabral chegou a Porto Seguro, na Bahia, com 13 embarcações, 1.400 homens entre marinheiros, técnicos em navegação, escri-vães, cozinheiros, padres e ajudantes. Eles saíram de Portugal em busca das Índias, mas chegaram ao litoral sul- baiano, no dia 22 de abril de 1500. Só desembarcaram no dia 23, quando descobriram que as terras não eram desa-bitadas. Cerca de 3 milhões de nativos, os índios, já viviam no Brasil.]
Isso descaracteriza a visão tradicional de que teria sido uma descoberta. Na realidade, Portugal não descobriu o Brasil – ele ocupou, invadiu, submetendo, dessa maneira, diversas nações indígenas. Se o Brasil já possuía uma população indígena, local, não se trata de uma descoberta, e sim de uma conquista. As comunidades se dividiam entre diversas nações, dentre as quais quatro grupos eram principais: os tupis, no litoral e parte do interior, os macro-jês no norte da Bacia Amazônica; os aruaques, no Planalto Central; e os cariris, também na região Amazônica.
Algumas dessas civilizações ainda viviam como no período paleolítico, produzindo apenas o que precisavam para se manter, sem excedente. Algumas tribos tupis estavam transitando do paleolítico, por isso, produziam agricultura rudimentar, na chamada de roça branca, onde eram plantados mandioca, cará, feijão. Se essas comunidades não produziam excedentes, não tinha comércio entre elas.
A ausência de comércio não era o único ponto que diferenciava a vida dos índios e dos portugueses. As comunidades primitivas brasileiras não conheciam, até então, a escravidão. Diferentemente dos africanos, que, quando em guerra, escravizavam, os inimigos dos índios eram submetidos à antropofagia, um canibalismo litúrgico. Essas comunidades acreditavam que, consumindo a carne do inimigo, estariam adquirindo suas virtudes, como coragem, destreza, habilidade de guerrilhas.
Outro aspecto praticado eram os infanticídios; quando nasciam gêmeos, os bebês eram sacrificados, pois eram considerados representações do bem e do mal. Mesmo sendo diferentes entre si, as civilizações primitivas do Brasil tinham muitos pontos em comum, como a pintura corporal, a dança e a música, com produção de instrumento de sopros, como flautas e apitos, e de percussão, como tambores e pandeirolas.
Site G1, segundo informações do Prof. Paulo Chaves, 12/12/2018.
Transcrito por: jrvasconcellos39@gmail.com
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