Nessa sexta-feira, 13, a Câmara de Vereadores formalizou a entrega do Projeto de Lei Complementar de nº 21/2019 ao prefeito Jesus Chedid, que revisa e atualiza o Plano Diretor de Bragança Paulista.
A solenidade contou, ainda, com a presença do vice-prefeito Amauri Sodré, secretários municipais, imprensa local e demais convidados.
“É com muita satisfação que passamos para as mãos do prefeito Jesus Chedid o PLC da revisão do Plano Diretor. Foi um trabalho incansável, o projeto mais importante que a Câmara aprovou nesta legislatura, um projeto com a cara da Administração Jesus/Amauri, empreendedor e moderno, que visa o desenvolvimento da cidade”, declarou a presidente da Câmara Municipal, Beth Chedid.
Em sua fala, o prefeito Jesus Chedid reforçou a importância do trabalho do Legislativo e a parceria com a USF e demais envolvidos. “Esse trabalho demandou grande dedicação e empenho de todos os participantes, o espaço foi amplamente aberto para todos, e a participação da sociedade civil foi muito importante”, afirmou, lembrando que o Plano Diretor da cidade não é revisado nem atualizado há mais de dez anos. “É mais um momento de alegria para Bragança, uma das maiores realizações deste governo. Daremos celeridade no processo para garantir aumento de investimentos em Bragança e andamento nos projetos habitacionais da cidade” concluiu.
O PLANO DIRETOR
O trabalho de revisão e atualização do Plano Diretor foi realizado pela Prefeitura de Bragança Paulista, em parceria com a Universidade São Francisco (USF), por meio da Comissão Especial do Executivo, das câmaras temáticas e do grupo gestor com técnicos, profissionais, docentes, estagiários, membros do Concidade (Conselho Municipal da Cidade e Política Urbana), Ministério Público e demais envolvidos.
O Plano Diretor é o instrumento básico de um processo de planejamento municipal para a implantação da política de desenvolvimento urbano, norteando a ação dos agentes públicos e privados.
O atraso do projeto nos últimos anos contribuiu com a instalação de ocupações e loteamentos irregulares, o crescimento desordenado sem planejamento adequado e a urbanização dispersa, gerando problemas sociais, ambientais, urbanos e de infraestrutura.
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