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Greve de motoristas de ônibus dura poucas horas, mas gera transtorno em Bragança

Na manhã desta segunda-feira, 10, estudantes, trabalhadores e a Prefeitura foram surpreendidos por uma paralisação dos motoristas de ônibus da empresa JTP, responsável pelo transporte coletivo na cidade. De acordo com o sindicato, a motivação para a greve foi um atraso no pagamento do salário; a Administração Municipal nega qualquer pendência financeira.

Nas primeiras horas desta manhã nenhum ônibus saiu da garagem da empresa JTP. Todos os motoristas deste período aderiram a paralisação, motivada, segundo o Sindicato dos Condutores, pelo atraso no pagamento do salário. Em nota, a Administração informou que não há nenhuma pendência com a empresa e que a paralisação total, bem como falta de aviso prévio, é ilegal.

A causa de todo este transtorno foi, segundo a nota, causada por uma falha no sistema da própria empresa que não liberou o salário na última sexta-feira, 7. Após a efetuação do pagamento, aproximadamente às 10h30, e da negociação entre as partes, os ônibus voltaram a circular na cidade.

Apesar das poucas horas de greve, o trânsito de Bragança foi seriamente impactado. Alguns pontos da cidade, como o Lago do Taboão, Centro e arredores da Universidade São Francisco sofreram com engarrafamentos. Passageiros relatam que precisaram contar com carona para chegar ao trabalho, bem como, em alguns casos, optaram por caminhar na chuva até o destino desejado. Os ônibus escolares funcionaram normalmente.

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