Na terça-feira, 7, às 10h, o Instituto Entrando em Cena promove, dentro da programação de lives “Conversas e Práticas Inspiradoras”, um bate-papo com o tema: “O que a pandemia do novo coronavírus está nos ensinando? Quais os desafios para os setores da cultura e da educação dentro desse novo cenário?”.
A conversa contará com a presença de Fátima Guimarães e Ivan Montanari (fotos). Quem fará a mediação será a artista-educadora do Instituto Entrando em Cena, Thaíssa Gömöry.
Para acompanhar, acesse: www.youtube.com /instituto-entrandoemcena.
Fátima Guimarães é doutora em Educação pela Unicamp (2007), mestre em Ciências da Informação pela PUC-Campinas (1995), especialista em Arquivos pela FE-Unicamp (1989), graduada em Pedagogia pela Faculdade de Ciências e Letras Plínio Augusto do Amaral (1990), bacharel e licenciada em História pela Unicamp (1984).
É líder do grupo de pesquisa Rastros: História, Memória e Educação da Universidade São Francisco (USF) e pesquisadora do grupo Kairós: educação das sensibilidades, história e memória (CMU-Unicamp).
Professora do PPGSS em Educação e coordenadora do Centro de Documentação e Apoio à Pesquisa em História da Educação (CDAPH), ambos da Universidade São Francisco, tem experiência em História da Educação, com ênfase em questões relativas ao patrimônio cultural, educação das sensibilidades, corporeidade e ensino de História.
Ivan Montanari é mestrando em Gestão de Políticas Públicas pela Universidade de São Paulo (USP), especialista pós-graduado em Gestão e Políticas Culturais pela Cátedra Unesco de Políticas Culturais e Cooperação da Universidade de Girona (Espanha) e graduado em Artes Cênicas pela Unicamp (2010).
Foi secretário municipal de Cultura e Turismo do Município de Bragança Paulista (2016), e chefe da Divisão de Cultura daquela municipalidade (2014 – 2016). Integrou diversas comissões de avaliação em editais municipais, como o do Programa de Iniciação Artística (PIÁ), da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, e do Programa de Ação Cultural (ProAC), da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.
Foi diretor de produção da Cia de Teatro Acidental e do projeto Bragança (En)cena, tendo exercido essa função nos projetos “Não vamos tocar pra frente?” (ProAC/2010), “O Rinoceronte” (Edital para produção e circulação de montagem teatral inédita do SESI/SP), “Ocupação Coletivos Unicamp” (Edital de ocupação da Sala Carlos Miranda do Complexo Cultural da Funarte/SP, 2012/2013), “Bragança (En)cena na rua” (ProAC/2012), e “Bragança (En)cena – vestígios” (ProAC/2013).
Atualmente, é consultor em políticas públicas e gestão cultural e coordenador da Comunidade Sorriso, entidade do terceiro setor que atua nas áreas educacional e sociocultural em Bragança Paulista. Ministra oficinas de produção cultural e elaboração de projetos desde 2011.
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