Uma receita simples feita com um preparo novo. Creio que a maioria das pessoas coloca o alho para fritar no azeite ou óleo e mistura o macarrão. Mas às vezes essa mistura não envolve todo o macarrão e o prato rápido se torna um macarrão insosso. Algumas pessoas acreditam e discordam que o problema é a maneira de colocar o alho para fritar: picadinho, em rodelinhas finas, amassado, uma ou mais cabeça de alho...
Mas nenhuma dessas opções se compara com o jeito prático que aprendi e foi aprovado pelo meu marido, fã número um de alho e um dos que “discutem” o segredo do alho e óleo.
Por ter sido tão simples e ter ficado tão saboroso, trago hoje aos leitores.
A quantidade fica a critério de cada um. No caso, a medida que trago é para um pacote de talharim (500 g) e, depois que testarem, decidam se há necessidade de adicionar mais alho. Por aqui, foi suficiente.
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- 500 gramas de macarrão tipo talharim
- Água e sal o suficiente para cozinhar o macarrão
- 5 dentes de alho inteiros, sem casca
- 200 a 300 ml (1 copo tipo requeijão ou pouco mais) de água – só para cobrir os alhos.
- 3 a 4 colheres (sopa) de azeite
- Comece colocando a água para ferver e cozinhar o macarrão. Enquanto isso, prepare o alho.
- Numa panela pequena, coloque os dentes de alho e a água (um copo ou pouco mais) e leve ferver. Levantando fervura, conte 5 minutos fervendo e desligue. Na mesma panela, depois de amornar, use o mixer e bata os alhos com a água até virar um creme liso (se quiser, pode bater no liquidificador).
- Na panela que for refogar o macarrão, coloque o azeite, deixe esquentar e despeje sobre ele o creme de alho batido. Misture e deixe reduzir um pouco.
- Tempere com sal, pimenta, páprica ou chimichurri a gosto, cheiro verde picado para enfeitar.
- Escorra o macarrão cozido no ponto de sua preferência e despeje na panela com o creme de alho. Misture bem, coloque num pirex, enfeite com a cebolinha e sirva.

Maria Inês de Oliveira Chiarion Zecchini é professora de Educação Infantil nesta cidade e autora do livro “Redescobrindo – receitas da cozinha bragantina”. Faz parte da Associação dos Escritores de Bragança Pau- lista (Ases), foi membro fundadora da Academia Bragantina de Letras (ABL) de 2005 a 2008, e colunista do jornal Cidade de Bragança de 2005 até 2011.
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