Na tarde da última terça-feira, 11, a Câmara Municipal de Bragança Paulista realizou a 2ª Sessão Ordinária do ano. Na Ordem do Dia, seis moções constavam em pauta. Cinco delas tiveram aprovação unânime e uma teve a votação adiada. Das propostas debatidas, quatro seguem para estudos e análise de viabilidade operacional por parte do Executivo e uma delas vai para a Assembleia Legislativa de São Paulo, manifestando apoio da Casa a um projeto de lei do deputado Arthur do Val.
A sessão teve início com a Moção 108/19, que apoia o Projeto de Lei 302/19, do deputado estadual Arthur do Val, que visa à isenção da cobrança do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para os veículos novos que atuam no transporte privado por meio de aplicativos.
Na sequência, foram votadas as moções que seguem para análise da Administração. A Moção 107/19 solicita ao Executivo a construção de escolas de Ensino Fundamental II e de Ensino Médio na região dos bairros Green Park e Vale Encantado, dos Jardins Iguatemi e Vista Alegre, e dos residenciais Quinta dos Vinhedos, Piemonte e Vino Barolo.
Já a Moção 114/19 requer a reforma da Unidade do Corpo de Bombeiros Militar de Bragança Paulista, bem como a aquisição de novos veículos e equipamentos para atender a corporação. A implantação de academia ao ar livre no parque natural Refúgio das Aves, no Jardim América, foi outra reivindicação.
A Moção 119/19 propõe a revitalização da Unidade da Estratégia de Saúde da Família Dra. Fátima Maria Freire, no Parque dos Estados. Constava, ainda, na Ordem do Dia, a Moção 118/19, que teve votação adiada, pois o vereador autor da matéria, Antônio Bugalu, não pôde comparecer à sessão por motivos de saúde.
TRIBUNA LIVRE

A enfermeira Ana Paula de Oliveira e a estudante de enfermagem Melissa Toledo (foto) foram as primeiras a fazer uso da Tribuna e abordaram a importância da humanização na saúde. Ana Paula atua na enfermagem há mais de 25 anos, sendo 13 deles também como professora. A profissional destacou que “humanizar os processos é se colocar no lugar do paciente”. Além disso, afirmou que a humanização abrange toda equipe multidisciplinar que tem contato com o paciente e seus familiares. Já a estudante Melissa frisou como a humanização, além de tudo, auxilia na melhora do paciente.

Na sequência, o munícipe Sandy Braga Ribeiro (foto) apresentou solicitação de estudos visando a definir a mão de direção da Rua Leovigildo Dantas de Brito (Rua Nove), do Jardim Fraternidade. Atualmente a via tem mão dupla. “Precisamos de um estudo para avaliar a mudança de mão daquele local. Temos diversos incidentes ali”, explicou, exibindo imagens de um acidente ocorrido com caminhão que perdeu o freio e chocou-se contra um comércio.
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