
- 1 quilo de torresmo sem pele e frito (pode salpicar sal após fritar)
- 5 xícaras (chá) de farinha de trigo (quase um quilo, deixe o restinho para trabalhar a massa)
- 2 colheres (sopa) de açúcar
- 1 colher (sobremesa) de sal
- 2 tabletes (30 g cada) de fermento Fleischman (usei o desidratado – 60 g equivalem a um envelope de 10 g)
- 2 colheres (sopa) de margarina ou banha
- 1 ovo inteiro
- Água o quanto baste
- Gema para pincelar
Prepare com antecedência o torresmo para que esteja bem frio e reserve.
Numa tigela grande, coloque os secos, misture bem, junte a margarina e o ovo, e vá colocando aos poucos água em temperatura ambiente até formar uma massa que não grude nas mãos.
Passe um pouco de óleo no fundo da tigela, coloque a massa, cubra com um pano limpo e deixe crescer em local sem ventilação até dobrar de volume.
Depois de crescida, coloque na bancada ou no mármore da pia um pouco de farinha de trigo e sove a massa esticando de dentro para fora em movimentos que façam a massa se tornar mais elástica. Continue nesse processo por cerca de 5 minutos. Depois, pegue a massa toda nas mãos, levante os braços e, com força, jogue-a sobre a bancada. Repita o mesmo movimento algumas vezes para assim os ingredientes, como o glúten, se desenvolverem.
Coloque a massa na bancada e, com um rolo, estique-a numa espessura de 1 cm mais ou menos. Espalhe sobre ela o torresmo e feche como um rocambole apertando cada dobra para fixar o torresmo na massa.
Unte uma assadeira com óleo e farinha de trigo. Corte o rocambole em 3 pedaços, acomode na assadeira grande ou em 2 menores, cubra com o pano e deixe crescer novamente.
Depois de crescido passe sobre os pães uma gema misturada com um pouco de óleo, com a ponta de uma faca afiada dê um talho em cada pão e leve ao forno pré-aquecido a 200ºC até que ele asse, fique dourado e o cheirinho de pão envolva a cozinha.

Maria Inês de Oliveira Chiarion Zecchini é professora de Educação Infantil nesta cidade e autora do livro “Redescobrindo – receitas da cozinha bragantina”. Faz parte da Associação dos Escritores de Bragança Pau- lista (Ases), foi membro fundadora da Academia Bragantina de Letras (ABL) de 2005 a 2008, e colunista do jornal Cidade de Bragança de 2005 até 2011.
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