O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) vai acionar a Justiça para defender os direitos dos policiais paulistas contra o decreto 64.937/20, publicado pelo governo do estado.
O decreto trata de medidas para redução de despesas com pessoal e encargos sociais durante a vigência do estado de calamidade pública decorrente da Emergência em Saúde Pública Internacional no contexto da pandemia da Covid-19.
Para a presidente do Sindpesp, Raquel Gallinati, o ato do governador é injusto, porque abrange os funcionários da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo. “Quando foram decretadas as medidas para resguardar a saúde dos servidores do Estado, os policiais não foram incluídos, porque a segurança pública é um setor fundamental. Agora, na hora de suspender benefícios, a polícia passa a ser considerada uma atividade comum”, explica Raquel.
“O Sindpesp cobra coerência. Os servidores da Segurança foram equiparados aos da Saúde nas regras para quarentena. Nada mais justo que essa equiparação fosse mantida no decreto que limita os benefícios”, completa Raquel.
Apeoesp - Já o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo disse que vai cobrar o governo do estado quanto ao bônus dos professores, pois este ano seria pago o valor referente aos resultados de 2019. Se confirmada a informação, o Sindicato ajuizará ação judicial necessária para fazer valer os direitos da categoria.
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