Revista sobre ações da Administração é lançada em coletiva de imprensa

Na manhã dessa sexta-feira, 10, a Administração Fernão Dias/Huguette lançou a Revista “Caminho Certo” durante uma coletiva de imprensa realizada no auditório do Cisem (Complexo Integrado de Segurança, Emergência e Mobilidade).

O prefeito Fernão Dias da Silva Leme afirmou que as principais realizações de seu governo estão contidas na revista, que a partir de segunda-feira, 13, começa a ser distribuída de casa em casa. Serão 55 mil exemplares da publicação.

“Esse governo já fez a diferença junto ao povo bragantino, especialmente ao mais pobre”, disse o prefeito, completando que a Administração atua muito pouco nas classes mais abastadas.

Fernão Dias, então, contou que havia ido a Brasília, na quinta-feira, 9, quando recebeu a informação de que terá início a terceira fase do Minha Casa Minha Vida. De acordo com o prefeito, Bragança Paulista não poderá ser incluída no programa de moradia popular a não ser que seja aprovado na Câmara Municipal o projeto que estabelece a criação de Zeis (Zona Especial de Interesse Social). Isso porque, conforme explicou, não há áreas na cidade que possam ser destinadas a esse fim. “O projeto que está na Câmara desagrada setores fortes da cidade. Mas se não houver conscientização da população e dos vereadores, vamos ficar fora do Minha Casa Minha Vida 3”, declarou Fernão Dias.

O prefeito foi questionado sobre como o governo federal vai equacionar a necessidade de conter gastos com os investimentos do programa de habitação popular e ele respondeu que o Minha Casa Minha Vida é prioridade e, por isso, não sofrerá cortes.

Outra pergunta respondida pelo prefeito foi sobre qual área ele considera que seu governo ainda não atuou. Fernão Dias admitiu que ainda falta empregar mais atenção na zeladoria da cidade, como pintura de prédios públicos, corte de mato e conserto de vias públicas.

O secretário municipal de Habitação, Márcio Juviniano Barros, também fez uso da palavra, avisando sobre o sorteio de endereços das 423 unidades habitacionais que seria feito no dia seguinte. Ele insistiu na aprovação do projeto de criação de Zeis como único meio para a construção de novas moradias populares na cidade.

O secretário foi indagado, ainda, sobre o impacto que a mudança das 423 famílias, prevista para acontecer de forma efetiva na segunda quinzena do mês de maio, levará para o bairro. Márcio disse que a Administração tem o diagnóstico da situação e que haverá impacto nas escolas e postos de saúde, mas que no início de 2016 serão entregues uma Unidade Básica de Saúde, uma escola e um Cras (Centro de Referência da Assistência Social), equipamentos que vão distribuir melhor os atendimentos. Márcio considerou que talvez não haja vagas para todas as crianças nas escolas do bairro, mas que então será fornecido transporte escolar.

A vice-prefeita e secretária municipal de Educação, Huguette Theodoro da Silva, afirmou que está atenta a essa questão e que ainda há vagas para o Ensino Fundamental nas escolas.

Outro assunto mencionado, na ocasião, foi sobre as obras da Avenida Atílio Menin. O secretário municipal de Serviços, Moufid Bachir Doher, afirmou que estima terminar os serviços no local até agosto.

Além disso, o prefeito Fernão Dias falou sobre o novo contrato com a Sabesp, que também tramita na Câmara Municipal por meio de projeto de lei. Em seu entendimento, a oferta feita pela companhia é como um bilhete premiado, que a cidade pode resgatar o prêmio ou jogar fora. Rejeitar o projeto, de acordo com Fernão Dias, é uma insanidade contra a população, pois obras como de drenagem e asfalto no Green Park, Lago do Moinho e Hípica Jaguari, deixarão de ser feitas. O prefeito ainda se comprometeu a retirar o projeto da Sabesp da Câmara caso alguém apresente, de forma concreta, uma proposta melhor do que a que está em tramitação no Legislativo e deve ser votada no dia 28 de abril.

Finalizando os discursos, o prefeito Fernão Dias enfatizou que a aprovação ou rejeição dos projetos da Zeis e da Sabesp não afeta diretamente a ele ou as pessoas que se encontravam na coletiva, mas sim, ao povo mais pobre.

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