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Redescobrindo

Torta de Alface

Certamente o leitor deve estar pensando que uma verdura tão comum como a alface – e sem graça, convenhamos –, que está presente em todos os cardápios de reeducação alimentar, não pode ser ingrediente principal de uma torta. Sim, a alface é o ingrediente que vai dar o toque especial nessa torta que é uma ótima sugestão para o lanche da tarde.

Esta receita é mais uma das que consegui com as excelentes quituteiras bragantinas. Desta vez, é uma invenção da querida amiga da família Sra. Cleide Vilches, que já me passou várias receitas de sucesso. Além do bom rendimento, esta torta se transforma num lanche tão saboroso que é difícil acreditar que tem alface no preparo.

Dentre as muitas variedades de alface, indico a alface americana pela sua crocância, mas a receita pode ser feita com alface comum e até com escarola (ou chicória), que, na maioria das vezes, é mais comum de ser encontrada e ter um preço mais acessível.

O importante é que a verdura esteja seca, isto é, sem excesso de água; que depois de higienizada, tenha as folhas o mais secas possível (pode-se usar a centrífuga específica ou, na falta desta, deixar as folhas secando num pano de prato para escorrer) e, depois disso, cortá-las em fatias finas para colocar no preparo.


- 1 pé de alface tipo americana (ou chicória) lavada, seca e picada em tiras finas
- 1 embalagem de pão de forma picado em quadradinhos (tiro a casca de cima, que é seca)
- 150 gramas de presunto picadinho
- 150 gramas de mussarela picadinha
- 150 gramas de queijo prato picadinho
- 4 tomates grandes sem pele e sem sementes picadinhos
- 2 colheres (sopa) de mostarda
- 2 colheres (sopa) de catchup
- 5 colheres (sopa) de maionese
- 1 embalagem (200 gramas) de creme de leite
- Azeitonas verdes picadas (opcional)

Misture todos os ingredientes crus numa tigela grande até que fiquem homogêneos.

Disponha a mistura em pirex (esta receita rendeu 2 de pirex de 32x21 cm), sem precisar untar. Polvilhe farinha de rosca e leve ao forno a 200ºC até derreter os queijos, cerca de 10 a 15 minutos.

Sirva a seguir. Depois de frio, fica muito saboroso também.

Maria Inês de Oliveira Chiarion Zecchini é professora de Educação Infantil nesta cidade e autora do livro “Redescobrindo – receitas da cozinha bragantina”. Faz parte da Associação dos Escritores de Bragança Pau-lista (Ases), foi membro fundadora da Academia Bra-gantina de Letras (ABL) de 2005 a 2008, e colunista do jornal Cidade de Bragança de 2005 até 2011.

Até nosso próximo encontro

Para sugestões, críticas e temas para as próximas colunas, escreva para: miocz@yahoo.com.br.
 

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