A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Divisão de Vigilância Epidemiológica e Controle de Doenças (Dive), iniciou, na última semana, na unidade de saúde ESF Nilda Colli, uma monitoria para controle de sífilis. As ações ocorrerão em todas as unidades de saúde da cidade.
As monitorias serão feitas pela médica infectologista Gabriela Sabbadini e pela enfermeira Ana Eliza Garcia Ralise, ambas da Dive. O objetivo é a capacitação contínua na atenção básica em assuntos de importância epidemiológica visando a reduzir, por meio da instrução adequada das equipes de saúde, os casos de sífilis congênita, adquirida e na gestação.
Em 2018, foram registrados 190 casos no município, sendo 152 de sífilis adquirida, 27 de sífilis em gestantes e 11 de sífilis congênita, o que representa 52% em mulheres, 61% da população branca, 77% da população heterossexual e 14% de reinfecção.
A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST), causada pela bactéria Treponema pallidum. É transmitida por meio da relação sexual desprotegida com uma pessoa infectada, podendo ser transmitida, também, para a criança durante a gestação ou parto.
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