Esta semana resolvi trazer aqui uma receita do dia a dia, simples de fazer e que pode, para alguns leitores que estão iniciando na cozinha, ser sugestão para o prato feito.
É a abobrinha empanada numa massinha do tipo de panqueca, que fica uma delícia quentinha, e fria continua saborosa.
Como culinária também é cultura, vamos trazer aqui a diferença da abobrinha italiana para abobrinha brasileira. Em geral, nessa receita uso a italiana, mais comum de encontrar nos mercados. Mas, qualquer uma delas rende rodelas saborosas.
Variedade surgida localmente e popular no país, a abobrinha brasileira diferencia-se da italiana por seu formato mais curvilíneo e a casca manchada de verde e amarelo. São diferenças importantes em comparação à italiana, cuja casca é mais escura e seu formato, mais retilíneo.
Esta sugestão rende bem pois, com uma unidade média de abobrinha, se faz muitas fatias, ou rodelas, melhor dizendo; visto que elas não devem ser grossas para que, ao fritar, fiquem no ponto certo de cozimento.

- 1 unidade de abobrinha crua, bem lavada e seca
- 1 ovo inteiro ligeiramente batido
- 4 a 5 colheres (sopa) de leite
- Sal e pimenta a gosto ou tempero pronto de cebola e alho
- Farinha de trigo até dar ponto de massa pastosa – não pode ser líquida (cerca de 5 colheres de sopa, depende do tamanho do ovo)
- 1 colher (café) rasa de fermento em pó
- Óleo suficiente para fritar por imersão
Corte a abobrinha em rodelas finas, salpique um pouco de sal em cada uma e reserve, pois elas vão “suar” um pouco (eu as coloco num escorredor ou inclinadas no prato para isso).
Numa tigela junte o ovo batido, os temperos, o leite e coloque a farinha formando a massinha. Na hora de começar a fritar, coloque o fermento nessa mistura.
Na panela coloque o óleo e leve ao fogo. Quando estiver quente, comece a passar cada fatia de abobrinha na massinha e coloque para fritar, virando, quando dourar, do outro lado. Vá retirando e escorra em papel toalha.

Maria Inês de Oliveira Chiarion Zecchini é professora de Educação Infantil nesta cidade e autora do livro “Redescobrindo – receitas da cozinha bragantina”. Faz parte da Associação dos Escritores de Bragança Pau-lista (Ases), foi membro fundadora da Academia Bra-gantina de Letras (ABL) de 2005 a 2008, e colunista do jornal Cidade de Bragança de 2005 até 2011.
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Até nosso próximo encontro
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