Oito meses após o início da obra de reforma e restauro do prédio do antigo Colégio São Luiz, a atual administração constata que o valor reservado para a realização dos serviços é insuficiente para a sua conclusão.
Essa conclusão surgiu durante reunião realizada, na quarta-feira, 15, entre o prefeito Fernão Dias da Silva Leme, a vice-prefeita, Huguette Theodoro da Silva, secretários municipais, engenheiros, arquitetos e representantes da empreiteira responsável pela obra, que é a Flasa Engenharia e Construções.
O prédio histórico, bastante deteriorado, foi inaugurado em 1894 e chegou a abrigar casa de espetáculos, colégio, faculdade e escola técnica. Com a restauração, além de teatro, a ideia é que funcione no local um centro cultural com biblioteca, museu, escolas de dança e música, e espaço de exposições. A obra está orçada em R$ 7,2 milhões.
Porem, após criteriosas análises técnicas, foi constatada uma diferença entre as planilhas originais do projeto e a necessidade real de materiais e de mão de obra que serão utilizados no restauro. Diversos itens foram subestimados, conforme apontou a Divisão de Imprensa da Prefeitura, e foi constatado que o valor reservado para a realização da obra é insuficiente para a sua conclusão. Assim, a administração precisará identificar novas fontes de recursos.
Após a realização dos ajustes, as alterações deverão ser submetidas para aprovação do Dade (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias), órgão ligado ao governo estadual que está financiando grande parte dos serviços.
A Divisão de Imprensa informou que, apesar da necessidade de adequações e complementações, as obras no prédio prosseguem e, nesta semana, os pilares começam a ser levantados.
A assinatura da ordem de serviço para a obra do Colégio São Luiz se deu em 31 de agosto de 2012 e os serviços começaram em meados de setembro do ano passado.
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