O céu nas alturas em cínico silêncio. O inferno abaixo de nós, gritando; lágrimas de miséria, angústias da fome, dores da guerra. No mundo eu vejo moedas, fronteiras, países. No mundo eu vejo o caos. E eu choro. Não aguento mais.
Mas e se tudo isso terminasse e passasse a ser um só corpo? E se o mundo fosse um só povo com uma única moeda, com uma única religião? Seria tão difícil imaginar que não haveria mais miséria, nem fome, nem guerras? Se todas as coisas fossem controladas por um só poder não haveria graves impasses e todos os objetivos ao bem da humanidade seriam possíveis.
Nunca antes na história houve a tão real possibilidade da formação de uma Ordem Mundial. Agora, mais do que nunca, a comunicação esta globalizada e acessível tornando possível a mutualidade universal em uma só filosofia. Estamos diante de não apenas um sistema que poderá exterminar a fome e as guerras, mas da salvação do planeta. - A luz sempre encontrará aqueles que a procuram - Caso esta conflituosa divisão de países, religiões e moedas prevaleça, o mundo seguirá como uma bomba relógio, a qual, em breve, explodir-se-á, pois a tecnologia vem crescendo de maneira estratosférica, possibilitando o desenvolvimento de armas nucleares de potência apocalíptica. Devemos todos perceber realmente o quão imenso é este perigo. Um controle geral deve ser estabelecido o mais rápido possível. Esta é a grande e única solução.
Não seria bom viver em um mundo onde as ideias fluíssem e não houvesse mais barreiras? Onde a base filosófica fosse a mesma tornando as brigas algo simplesmente tolo? Um mundo sem os arcaicos paradigmas do “ter”, mas focado apenas no “ser”, e compromissados com o saber de todas as coisas. Um mundo sedento de evolução. – O único sentido concebível para essa existência.
Imaginem que não existe mais o Céu, que não existe mais o Inferno; imaginem o fim dessa hipocrisia política, de todo esse lixo democrático. Imaginem algo novo, imaginem uma ordem, imaginem uma revolução global. Imaginem uma Nova Ordem Mundial.
Em Deus nós confiamos.
0 Comentários