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Eleições Municipais 2020:

Confira como foi a semana de campanha dos candidatos a prefeito

Coligação “Juntos Fizemos Muito, Juntos Faremos Mais”, de Jesus Chedid e Amauri Sodré, realiza mais um adesivaço

A campanha da Coligação “Junto Fizemos Muito, Juntos Faremos Mais”, dos candidatos Jesus Chedid e Professor Amauri Sodré, realizou, no último sábado, 24, um adesivaço no Lago do Taboão.

Hoje, 31, a ação se repete na Avenida Deputado Virgílio de Carvalho Pinto, no Parque dos Estados, a partir das 10h. “Queremos levar ao maior número de pessoas a nossa proposta de governo, mostrar ao povo as nossas realizações e a reconstrução que estamos fazendo em Bragança Paulista. Venha conosco!”, convida o candidato Jesus Chedid.

No dia a dia, equipes estão nas ruas levando informações e prestando contas do trabalho de Jesus e Amauri à população.

O “Comitê 25” funciona das 9h às 18h, e está localizado na Avenida José Gomes da Rocha Leal, no Centro.

Basílio faz live mostrando sua rotina como candidato

O candidato Basílio Zecchi-ni realizou, nessa sexta-feira, 30, a primeira transmissão ao vivo de um dia inteiro de campanha eleitoral, diretamente pela página de seu Facebook.

Na ação, denominada “Big Brother Basílio 55”, o candidato disponibiliza acesso à sua rotina durante todo o dia, do momento em que ele acorda até a hora que em que vai dormir, ou seja, do bom dia ao boa noite, por meio de uma live.

“A minha campanha exige respeito às pessoas e transparência nas atitudes, por isso, com essa live, eu vou demonstrar a todas as pessoas que têm curiosidade de saber sobre a minha vida como homem público que eu não tenho nada a esconder e aquilo que eu prego na política, sigo como atitude”, afirmou Basílio.

Candidatos majoritários e Chapa Coletiva do PSOL ganham apoio do professor Fred Zenorini

Os candidatos do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), professores Adalberto e Rodrigo, junto com as candidatas da Chapa Coletiva, Dani Russo, Sol Correia e Thayla Godoy, intensificaram visitas e reuniões.

Durante a semana, os candidatos visitaram simpatizantes nos bairros Toró, Planejada I, Santa Luzia e no Centro da cidade.

Além das visitas, os concorrentes do partido a prefeito e a vereadora ganharam o apoio de Fred Zenorini, que foi candidato a prefeito nas eleições de 2008 e 2012 pelo então PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado).

Jango e Gustavo intensificam corpo a corpo

Nesta semana, o candidato a prefeito João Afonso Sólis, o Jango (PTB), e seu candidato a vice-prefeito, Gustavo Sartori (PSB), intensificaram as caminhadas com os candidatos a vereadores.

Na segunda-feira, 26, Jango e Gustavo visitaram empresas e fizeram corpo a corpo pelo centro. Na terça-feira, 27, receberam as pajens da Secretaria Municipal de Educação, que trataram sobre melhorias para a categoria. Mais tarde, Jango foi recebido por apoiadores ligados à Educação.

Já na quarta-feira, 28, de manhã, ocorreu uma grande caminhada na Avenida Juscelino Kubitschek e na Avenida Lindoia. Na parte da tarde, enquanto Jango visitava uma empresa no Vale Encantado, Gustavo Sartori continuou a caminhada da manhã com os vereadores na Vila Bianchi.

Na quinta-feira, 29, Jango e Gustavo foram recebidos em uma empresa de perfumaria e, logo após, foram buscar votos no Jardim da Fraternidade, com concentração em frente à Acohab. Na parte da tarde, visitaram empresas na Região da Penha, entre elas, a Imbramil.

Na sexta-feira, 30, com previsão de chuva, Jango e Gustavo cuidaram de agenda interna no comitê, dedicaram-se a reuniões estratégicas e receberam apoiadores.

Eleições 2020: disseminar fakenews pode levar à cadeia

Quem divulgar mentiras na rede pode cumprir de dois a oito anos de prisão

De acordo com o artigo 326 do Código Eleitoral, o candidato que for flagrado disseminando notícias falsas contra adversários políticos pode ser condenado à prisão. Aquele que impulsionar conteúdo difamatório ou fakenews também está sujeito a pagar multa proporcional ao valor pago para aumentar o alcance da publicação. Os cidadãos podem fazer sua parte, ficando atentos e informando irregularidades, como compartilhamento de mentiras ou envio de mensagens em massa pelo WhatsApp, para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio site da Corte.

Especialista em direito eleitoral, o advogado Felipe Ribeiro alerta que o TSE alterou 60 pontos da lei para enfrentar novos desafios do pleito deste ano. “Com a alteração na legislação, o candidato ou o eleitor que divulgar denunciação caluniosa, com o intuito de desabonar a imagem do adversário político e para ganhar vantagem na disputa eleitoral pode cumprir de dois a oito anos de prisão”, alerta. Antes da norma aprovada pelo Congresso, a previsão era de seis meses de prisão para quem caluniasse um candidato durante a campanha eleitoral, ofendendo a honra ou decoro.

Confira outras dicas do profissional:

REGRAS

Os conteúdos políticos patrocinados no Facebook, no Instagram, no YouTube, no Twitter, no TikTok, no Google, ou em qualquer outro canal de comunicação on-line, devem estar devidamente identificados como: “Patrocinado”. Vale lembrar que a lei eleitoral determina que o serviço de impulsionamento só pode ser realizado para beneficiar candidatos e suas agremiações, sendo proibida a utilização de robôs, perfis falsos e páginas ligadas a empresas e entidades públicas.

Felipe lembra, ainda, que na última semana, o TSE permitiu aos candidatos impulsionar conteúdo na internet que use como palavra-chave o nome de adversários, desde que não direcione para notícia falsa. “Sobre este ponto, os candidatos devem ficar atentos ao conteúdo que está sendo patrocinado com o nome do adversário para não difamá-lo ou apresentar mentiras ao eleitor”, pontua o especialista, ressaltando que o impulsionamento não pode ser terceirizado, e precisa ser registrado pelo candidato, partido ou coligação, além de constar na prestação de contas ao final da campanha.

PUNIÇÃO

No ano passado, o TSE aplicou multa de R$ 176,5 mil ao então candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) à Presidência da República, Fernando Haddad. Na ocasião, a coligação petista foi identificada impulsionando conteúdo irregular contra o presidente Jair Bolsonaro (então PSL), que venceu a disputa. Na decisão, o ministro Edson Fachin considerou que a campanha pagou ao Google para destacar conteúdo negativo contra Bolsonaro, o que feriu a lei eleitoral.

Para combater a proliferação de notícias falsas, o ministro presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, firmou parcerias com agências de checagem e plataformas de mídias sociais. O objetivo, segundo Barroso, é contestar de forma ágil as inverdades e “inundar o mercado de ideias com notícias verdadeiras”, valorizando o trabalho da imprensa profissional.

FAMOSOS

A troca de menções é peça-chave no mundo digital. Por isso, o advogado salienta que é permitida a divulgação da campanha por pessoas famosas, desde que essas não recebam para fazê-lo. “A manifestação de forma espontânea de eleitor identificado é permitida, portanto, as celebridades podem utilizar suas redes sociais para apoiar o candidato de sua preferência”, diz Felipe. Também está vedada a participação de candidatos em lives promovidas por artistas com o intuito de fazer campanha eleitoral.

COVID-19

Com a pandemia e o crescimento da campanha na internet, há a expectativa de que esse tipo de situação se multiplique entre os 552.014 candidatos a prefeito, vice e vereador Brasil afora. “O impacto negativo das fakenews nas eleições são imensuráveis. Não transmitir as inverdades é o primeiro passo para garantir a transparência das eleições”, conclui o advogado.

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