
Dia desses, testei e aprovamos uma “pizza” diferente; na verdade uma falsa pizza, pois a base é repolho, não tem massa de farinha – uma opção prática para um lanche da tarde ou refeição completa... Rápida de preparar, leve e saborosa.
Já fiz também com repolho roxo. O ideal é usar o verde, para que fique com uma aparência mais bonita, mas isso não interfere no sabor.
Usei linguiça calabresa defumada ralada, mas você pode usar presunto picado ou somente a mussarela, se assim preferir.
E pode deixar o restante do repolho fatiadinho, guardado num pote tampado e usar depois. Esse é o passo mais demorado da receita.
(Rende 2 pizzas do tamanho de um prato raso)
- Meio repolho pequeno, fatiado fininho (equivale a um prato fundo bem cheio)
- 2 ovos inteiros batidos
- Sal e pimenta do reino a gosto
- Chimichurri se gostar
Cobertura:
- Molho de tomate pronto o suficiente
- 1 gomo de calabresa defumada ralada
- Mussarela o suficiente (cerca de 3 fatias para cada pizza)
Ferva água o suficiente para escaldar o repolho, somente para que dê uma murchada. Escorra muito bem para tirar toda água e deixe esfriar.
Coloque o repolho numa tigela e junte os ovos ligeiramente batidos, o sal e a pimenta e misture bem.
Prepare uma frigideira antiaderente, de preferência, para que não grude; unte com um pouco de óleo ou azeite e aqueça. Espalhe metade do repolho por toda a extensão da frigideira.
Coloque a tampa e deixe em fogo baixo por cerca de 2 minutos até cozinhar bem o ovo. Levante as bordas com escumadeira para desgrudar um pouco, retire da chama do fogão, coloque um prato na frigideira e vire a “fritada” para que doure do outro lado.
Fora do fogão, espalhe por cima da “pizza” molho de tomate o suficiente, ao seu gosto, a calabresa e a mussarela. Tampe novamente a frigideira e deixe de novo cozinhar e derreter a mussarela (cerca de um minuto e meio).
Repita o mesmo processo com o restante do repolho.
Maria Inês de Oliveira Chiarion Zecchini é professora de Educação Infantil nesta cidade e autora do livro “Redescobrindo – receitas da cozinha bragantina”. Faz parte da Associação dos Escritores de Bragança Paulista (Ases), foi membro fundadora da Academia Bragantina de Letras (ABL) de 2005 a 2008, e colunista do jornal Cidade de Bragança de 2005 até 2011.
Até nosso próximo encontro
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