Ao reinventar o espaço e o tempo, a arte propõe perspectivas mais poéticas para enxergar o mundo – e sonhar o futuro da humanidade neste planeta. Em 2015, o Festival de Arte Serrinha segue sua sina de compartilhar temas que escapam à nossa vida veloz, superficial e ultracompetitiva. De alma desprendida, a Serrinha aprofunda a pesquisa livre e a abordagem integrada dos múltiplos campos da cultura contemporânea, procurando despertar encantamentos por assuntos urgentes e essenciais.
Além de oficinas, o Festival oferece diversas atividades gratuitas e abertas ao público. Confira a programação da próxima semana:
10 e 11 de julho - Cine Rancho
A proposta é exibir grandes filmes nacionais e promover uma conversa informal com os respectivos diretores ao pé da tela em um ambiente exclusivo e original.
Trinta, de Paulo Machline
Matheus Nachtergaele, em uma performance arrebatadora, dá vida ao carnavalesco Joãozinho Trinta, mostrando sua trajetória no Rio de Janeiro, suas apresentações de ballet no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, seu desejo pelos holofotes e os aplausos, até o inovador desfile “O Rei da França na Ilha da Assombração” e a consagração de um gênio que mudou pra sempre a cultura popular brasileira.
15 de julho - Mesas e Encontros - 19h30
Ciranda da Serrinha – Música do mundo, música daqui
Patrícia Palumbo media a mesa com os músicos residentes: Jaques Morelenbaum, Benjamim Taubkin, Sascha Amback, Marcos Suzano, Jovi Joviniano, Meno Del Picchia, Carlos Malta, Antônio Arnedo, Sahib Pashazade, Kyungso Park e Mayra Andrade
17 de julho - Cinema na Serrinha - 20h
Tropicália, de Marcelo Machado
Uma análise sobre o importante movimento musical homônimo, liderado por Caetano Veloso e Gilberto Gil no final dos anos 1960. O documentário resgata uma fase na história do Brasil em que cena musical fervilhava e os festivais revelavam vários novos talentos. Ao mesmo tempo, o Brasil sofria com a ditadura dos generais no poder, o que fez com que Caetano e Gil fossem exilados do país.
17 e 18 de julho - Cine Rancho
Uma História de Amor e Fúria, de Luiz Bolognesi
Um homem com quase 600 anos de idade acompanha a história do Brasil, enquanto procura a ressurreição de sua amada Janaína. Com traço e linguagem de HQ, mostra a história do Brasil como você nunca viu. A versão dos que nunca desistiram de lutar.
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