Propostas são das áreas artística e de direitos humanos
Depois de dois meses de oficinas de preparação, os projetos imaginados pelos jovens participantes do “Entrando em Cena no Mundo” começam a ganhar forma. São projetos que surgem a partir do sonho de transformar o mundo em um lugar melhor para se viver e que partem de inquietações pessoais, de desejos íntimos, da história de cada um.
Entre os inúmeros questionamentos sobre como mudar o mundo, foram surgindo as propostas. “Como promover a integração das pessoas através da sétima arte?”; “Como ajudar crianças órfãs?”; “Como gerar novos multiplicadores da arte?”; “Como trabalhar a autoestima de mulheres sem confiança?” são alguns exemplos.
Anita Gomes, produtora do projeto, explica o que o Entrando em Cena no Mundo pretende: “Empoderar jovens para que criem ações empreendedoras. Na primeira etapa, foi o momento de aprofundar sonhos e inquietações, entender o que os move e o que querem mudar no mundo. Depois chegamos ao momento de como colocar essas ideias em prática. As perguntas se tornaram o objetivo geral dos projetos”, explica.
Viviane Lessa, diretora do Instituto Entrando em Cena, completa: “Com toda esta vontade, chegamos ao momento de começar a elaborar os projetos, começar a construir a ponte entre desejo e realidade, transformar estes desejos em ações estruturadas, traçar as metas para subirmos o primeiro degrau da escada”.
“Realizamos uma Roda de Conversas Inspiradoras com a participação de empreendedores sociais, como Tony Marlon, da Escola de Notícias, e o Chris Campos, do Bragança (En) Cena, com a ideia de trazer motivação aos jovens, para que pudessem perceber que é realmente possível. Essa troca é um tipo de experiência enriquecedora porque você se vê no outro e, com isso, enxerga seus potencias”, analisa Anita.
A etapa final do Entrando em Cena no Mundo acontecerá no dia 7 de dezembro, com a Feira de Ideias, a apresentação dos projetos elaborados pelos participantes das oficinas e a premiação dos projetos selecionados.
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