Em reunião entre representantes da Prefeitura, Sabesp e a promotora de Justiça do Meio Ambiente de Bragança Paulista, ficou definido ainda que a promotora pedirá a suspensão por 30 dias da ação civil pública que apura a degradação desse lago
A Divisão de Imprensa da Prefeitura divulgou que, na tarde da última terça-feira, 30, houve uma reunião, na sede da Sabesp, com representantes da companhia, o prefeito Fernão Dias da Silva Leme, secretários municipais e a promotora de Justiça do Meio Ambiente de Bragança Paulista, Kelly Cristina Álvares Fedel.
O objetivo do encontro, conforme os dados divulgados, foi detalhar os procedimentos que resultarão no desassoreamento e revitalização urbanística nas imediações do Lago da Hípica Jaguari.
No encontro, a promotora Kelly explanou fatos relacionados ao tema. O assoreamento do Lago da Hípica Jaguari é investigado na Ação Civil Pública 220/12, que tramita na 4ª Vara Cível da Comarca do município.
O principal ponto da discussão está relacionado à reparação de possível dano ambiental e recuperação de uma área equivalente a 12 mil m² de extensão do lago, número total registrado antes do assoreamento. A Sabesp teria afirmado, nessa reunião, que é possível recuperar por completo uma área entre 8 e 12 mil m².
Assim, para saber a extensão exata passível de recuperação, a Sabesp fará, no prazo de 30 dias, uma demarcação com estacas de bambu no entorno do lago, que resultará em levantamento quanto ao volume de água, profundidade em diversos pontos e medição da proporção do assoreamento.
Diante do compromisso firmado, a promotora de Justiça do Meio Ambiente irá propor a suspensão da ação civil pública por 30 dias. A Prefeitura, segundo a Divisão de Imprensa, se comprometeu a auxiliar nos trabalhos da Sabesp durante a medição e, ainda, na elaboração do cronograma de ações, já visando à elaboração de um projeto executivo, cujo primeiro passo será a retirada da vegetação flutuante no Lago da Hípica Jaguari.
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