Sem projetos para votação, sessão dura menos de meia hora

A sessão ordinária que ocorreu na noite de terça-feira, 6, durou cerca de 25 minutos. Sem projetos na pauta de votação, poucos assuntos foram abordados.

Somente foi possível começar os trabalhos às 20h26, porque não havia quorum suficiente até então, ou seja, não havia o mínimo de seis vereadores necessários para a realização da sessão.

Foi, então, recebido o parecer da Comissão Especial de Inquérito (CEI) que investigou o convênio existente entre a Prefeitura e a ONG Viva Vila. O parecer será votado na próxima semana e, caso seja aprovado, os documentos serão encaminhados ao Ministério Público.

O vereador Miguel Lopes fez um pedido de informações à Prefeitura sobre reparos necessários nas Ruas Francisco de Melo Cabral e Antônio Caldato, as quais foram recapeadas, porém, já apresentam problemas. Ele lembrou que já cobrou providências do Executivo, já que o serviço não ficou bom, mas que até agora nada foi feito. Miguel ainda pediu à Prefeitura cópias dos convênios realizados com a Liesb (Liga Independente das Escolas de Samba de Bragança Paulista) nos últimos anos.

O vereador Régis Lemos solicitou que a Prefeitura notifique o proprietário do terreno ao lado do número 706 na Rua Coronel Teófilo Leme para que proceda a limpeza do local e pediu a retirada de um projeto de lei de sua autoria.

Arnaldo de Carvalho Pinto também pediu a retirada de outro projeto e sua transformação em moção.

O vereador Marcus Valle contou que após a demissão de vários comissionados e a redução do salário de outros, a Prefeitura agora demitiu funcionários aposentados que ainda estavam trabalhando. Marcus fez pedido de informações para saber mais detalhes sobre isso.

Em seguida, o vereador disse que foi procurado por dois jovens, Júlio Gabriel Bueno e Daniel Castro de Lima, os quais estão desenvolvendo um trabalho de prevenção às drogas. Marcus elogiou a iniciativa e mencionou que o poder público não cuida da situação como caso de saúde pública e deveria passar a fazer isso. Conforme dados coletados pelos jovens, 70% dos presos no presídio de Bragança Paulista estão lá por envolvimento direto ou indireto com drogas. Eles alertam que o investimento em clínicas de recuperação de dependentes químicos custa menos que a manutenção de presídios. “Vamos nos empenhar para que a próxima administração faça um enfoque na questão de saúde pública”, disse Marcus.

Por fim, o vereador ainda fez uma denúncia de que dois postos de saúde da cidade estariam orientando pacientes que pegam insulina a usar mais de uma vez a mesma seringa, que é descartável. Marcus recebeu a informação do paciente Eurípedes Antônio de Lima, que teria recebido essa orientação nos postos do São Lourenço e da Santa Luzia. O vereador fez pedido de informações à Prefeitura para checar se tal orientação partiu da Secretaria Municipal de Saúde.

Após, a sessão foi encerrada.

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