Vigilância Sanitária interdita novas comunidades terapêuticas

Outras duas comunidades terapêuticas foram interditadas pela Vigilância Sanitária (Visa) do município, uma no Campo Novo e outra no Barreiro.

No Campo Novo, uma denúncia anônima de que um paciente não estava recebendo tratamento médico adequado levou a equipe da Visa ao local, onde ficou constatado que a comunidade era clandestina, não apresentava documentação necessária e nem licença do Corpo de Bombeiros, além de as dependências estarem sujas e descuidadas. A água da piscina, por exemplo, estava escura, sem nenhum tratamento.

Nesse lugar, 15 pessoas estavam internadas, as quais foram encaminhadas à Unidade de Pronto-atendimento (UPA) Bom Jesus.

Já no Barreiro, a fiscalização foi feita seguindo procedimento de rotina. 26 pessoas se encontravam nessa comunidade, dentre elas, sete menores e um idoso, com 63 anos. Não havia um Responsável Técnico (RT) pelo local, foram encontrados medicamentos vencidos e sem receita médica, além da documentação estar incompleta. Esses fatores ocasionaram a interdição da comunidade.

Os menores de idade foram encaminhados a seus responsáveis por meio do Conselho Tutelar.

Desde outubro do ano passado, quando se iniciaram as inspeções de rotina das comunidades terapêuticas em Bragança Paulista, 12 comunidades foram fiscalizadas pela Vigilância Sanitária, sendo sete interditadas.

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