Acadêmicos da Vila exalta os 250 anos da cidade com a influência do povo negro

Em 2013, Bragança Paulista completa 250 anos de existência. E as homenagens já começaram. A Escola de Samba Acadêmicos da Vila, que foi a quarta e penúltima agremiação a desfilar na Passarela Chico Zamper, na noite de sábado, 9, abordou os 250 anos de africanidades bragantinas, ou seja, os anos de história do município sob a influência do povo negro.

O carro abre-alas da Vila representou o luar sobre a Serra do Lopo. Antes dele, a comissão de frente lembrou que foi de uma promessa cumprida por Dona Ignácia Pimentel a Nossa Senhora da Conceição que surgiu a cidade. A comissão de frente passou pela avenida fazendo uma bela coreografia.

O Rio Jaguary também foi lembrado, assim como os índios que já habitaram o município, como os Maromomis, Guarus e os Guarulhos.

A chegada dos portugueses, que mais tarde trouxeram os negros em seus navios também foi evidenciada, além do início da cultura do café.

A bateria representou o Afoxé.

O Clube 13 de Maio, a Arcab (Associação Recreativa e Cultural Afro-brasileira) e as divindades do candomblé também tiveram espaço no desfile da Acadêmicos da Vila, que levou para a avenida cerca de 500 componentes, dez alas e três carros alegóricos.

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