A terceira escola de samba a entrar na Passarela Chico Zamper, na noite de domingo, 2, foi o Grêmio Recreativo Faculdade do Samba Dragão Imperial, que falou, por meio de seu samba-enredo, da arte da superação.
A comissão de frente abriu o desfile ressaltando que para todo mal existe um bem e que não existiria superação se não houvesse a quem ou a que vencer.
Na ala das baianas, as madames do samba mostraram que cada desfile representa, na verdade, uma superação. O Castelo do Samba, quadra da Dragão, foi o símbolo principal do carro abre-alas.
A primeira ala foi chamada de O Poder da Superação e a bateria fez menção aos super-heróis da Família Imperial, que cumprem a cada ano a missão de colocar a escola na avenida.
O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira foi chamado do “O meu caso do amor”, fazendo alusão ao amor que os foliões têm pela escola.
“A luta de um trabalho divino” foi o nome da ala que desfilou logo em seguida e antecedeu a “Depois da luta, a superação e a conquista”.
Os guerreiros foliões foram simbolizados na quarta ala. A época dos caras-pintadas também teve lugar no desfile da Dragão. Após veio o segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira, que representou um trecho da famosa frase do Hino Nacional brasileiro: “Um filho teu não foge à luta”.
Na sexta ala, os integrantes da Dragão fizeram alusão às tragédias e na sétima, à incrível força e superação de um povo de fibra.
O Oriente, considerado o símbolo da superação, foi o tema do segundo carro alegórico.
O terceiro casal de mestre-sala e porta-bandeira ostentou o tema “Alcançando ideais”.
Já a oitava ala representou a superação da Família Imperial diante dos mais diversos obstáculos. Na sequência, vieram as alas da busca pela vitória e pelo reconhecimento, do Carnaval como sorriso do povo e da velha guarda. Um casal de mestre-sala e porta-bandeira mirim também desfilou.
A Azul e Rosa terminou seu desfile com o carro alegórico das “Batalhas e conquistas, a hora e a vez da superação”.
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