Campeã do Carnaval em 2012, a Escola de Samba Nove de Julho não entrou no horário previsto na Passarela Chico Zamper, na noite de sábado, 9. Mas o atraso se deu porque a escola Dragão Imperial, que desfilou antes da Nove, acabou estourando seu tempo de desfile.
Buscando o tricampeonato e com fortes chances de alcançá-lo, a Nove de Julho contou na avenida a história da empresa Sakata, que completou 100 anos de atividades.
Da comissão de frente até o carro abre-alas, a Nove de Julho fez referências ao Japão, terra onde surgiu a empresa homenageada.
A bateria vermelha e branca fez menção à África, onde a Sakata iniciou o cultivo de hortaliças e plantas ornamentais.
Outras alas lembraram a América, a Ásia e a Europa, locais por onde as atividades da empresa se espalharam ao longo desse centenário. Também foi feita referência ao uso da ciência na lavoura e à importância da preservação do sabor natural dos produtos.
A responsabilidade social foi demonstrada na avenida na oitava ala da Nove de Julho, que ainda mostrou o progresso e a fartura que a Sakata colheu nesses 100 anos de história.
Cerca de 500 componentes, nove alas e três carros, além dos casais de mestres-salas e porta-bandeiras, Nenê e Fia, Lucas e Graziele e Bruna e João Henrique, abrilhantaram o desfile da escola de samba que representa a região do Lago do Taboão.
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