“Os poderes do sete” foi o nome do samba-enredo que a Acadêmicos da Vila desenvolveu para o Carnaval deste ano.
A escola fechou os desfiles do Grupo Especial, na noite de domingo, 2. A comissão de frente simbolizou o pecado original e o carro abre-alas a criação e o poder da mão divina.
O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira fez menção ao Cristal Sagrado. Já as baianas representaram as sete cores do arco-íris. Uma data representativa para o Brasil, o 7 de Setembro, foi lembrado na bateria da escola.
Nas primeiras alas, foram feitas menções aos sete elementos, sete anos de azar e de sorte e ao olho gordo.
O segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira simbolizou a Bela e a Fera, uma história infantil. Na quinta ala, o número sete foi lembrado pelo poder da cura. Em seguida, veio a ala que representou a ciência e a magia.
Os sete mistérios da magia, filosofia e ciências foram simbolizados no segundo carro alegórico, que antecedeu a ala que homenageou o cinema, considerada a sétima arte.
A oitava ala fez menção à morte, apontando que da vida nada se leva e que todos acabam indo parar debaixo de sete palmos de chão. As sete colinas da Cidade Poesia foram representadas na ala seguinte.
O poder do sete no Carnaval foi evidenciado pelo terceiro casal de mestre-sala e porta-bandeira e a décima ala simbolizou os segredos que merecem ficar trancados a sete chaves.
O desfile da Acadêmicos da Vila foi encerrado com o carro alegóricos da multiplicação. Multiplicando 2 por 7, o resultado é o número de títulos que a agremiação conquistou no Carnaval bragantino. E, multiplicando 3 por 7, o resultado é o número de títulos que a Portela, madrinha da Vila, tem no Carnaval carioca.
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