Às mães-solo, inteiras, donas de si, verdadeiras legiões;
Àquelas que, além do exercício quase que sacerdotal da maternidade, ainda realizam trabalho dentro e fora de casa, quase sempre não reconhecido como tal;
Às que puderam optar por dedicar-se exclusivamente aos filhos;
Às que precisaram ou preferiram voltar ao trabalho externo depois de se tornarem mães;
Às que realizam esse papel, seja sob a forma de cuidadoras, professoras ou simplesmente mães de seus semelhantes;
Às que se desdobram na hercúlea tarefa de criarem um outro ser humano, tão complexo quanto elas, e isso, seja ele parido de suas entranhas ou simplesmente do desejo mais profundo de seu coração.
Às que nunca pariram, mas de quem também vem a energia vital de todos os homens. Não, elas não precisam parir para provar nada a quem quer que seja.
Às que dedicam seu tempo e sua própria existência à existência de outrem, seja ele humano, canino ou felino.
A todas as mulheres, sejam elas mães ou não, segundo a concepção do patriarcado.
Às que ainda virão, para que suas vidas sejam repletas da leveza que esse tempo nos roubou;
A todas elas, a todas nós, nesse dia, minha reverência e sobretudo, meu compromisso de luta, para que se libertem de pré-conceitos e das amarras que os homens (seus filhos) lhes imputaram. Para que sejam livres, enquanto mães ou não.
***
Siga o JORNAL EM DIA BRAGANÇA no Instagram: https://instagram.com/jornalemdia_braganca e no Facebook: Jornal Em Dia
Receba as notícias no seu WhatsApp pelo link: https://chat.whatsapp.com/Bo0bb5NSBxg5XOpC5ypb9D
© 2026 Jornal em Dia