04 de maio de 2026
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Categoria: Sub-Versão

Carta aberta a Julinho

Publicado em 19 de dezembro de 2025 por Ana Raquel Fernandes

Meu amado Julinho, Com muito carinho li sua última cartinha, e mais uma vez, sua singeleza e mansidão me comoveram. Como é que pode um menino tão esperto como você não pedir nada para si? Eu não me canso de me surpreender com a maturidade de seu espírito. Ah, Julinho… fique tranquilo, que vou cuidar […]

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Meu imigrante favorito

Publicado em 12 de dezembro de 2025 por Ana Raquel Fernandes

“…um rei em trapos era um insulto para o intelecto finamente aguçado do fariseu e para a mente racional do escriba. Os pastores de mente simples, contudo, entenderam a mensagem do coração sem dificuldade.”  Brennan Manning Estrangeiros, imigrantes, a quem falta quase tudo, porque quase tudo lhes é negado. Quem afinal, inventou de separar o […]

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Filhos e filhas de mil homens e mulheres

Publicado em 28 de novembro de 2025 por Ana Raquel Fernandes

“É dessa massa de que somos feitos, metade indiferença, metade maldade” – José Saramago. Não, não vou dar nenhum spoiler, como se costuma dizer agora. O que pretendo com esse texto é conduzir, você, leitor através da aventura mais incrível que pode haver: a existência humana. E isso, sob o olhar absolutamente poético de Valter […]

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O inseto

Publicado em 14 de novembro de 2025 por Ana Raquel Fernandes

Imperceptível, mas não haveria mesmo de chamar a atenção. Era uma reunião de escritores, afinal. Escritores demandando sobre questões práticas e importantes. Havia um evento a ser organizado, outro, do qual participariam ou não. Escrever demanda tempo, dedicação, alma. Discutir burocracias… Ah, isso demanda muita atenção e paciência. E por que especialmente naquela noite não […]

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Morro, do verbo morrer

Publicado em 31 de outubro de 2025 por Ana Raquel Fernandes

O morro acorda cedo. Os muitos sons denunciam que a vida segue sendo vida, independentemente do cenário. Um cara funcionando a moto pra sair, a criança chorando a despedida da mãe – vai ficar com a vizinha pra ela ir trabalhar. O outro trocando o gás, que sempre acaba nas horas mais inoportunas, logo quando […]

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Sigamos!

Publicado em 17 de outubro de 2025 por Ana Raquel Fernandes

“Me movo como educador, porque, primeiro, me movo como gente”. Paulo Freire          Quando pisei pela primeira vez o solo sagrado da sala de aula, nem ao menos o reconhecia assim. Era só uma menina de 21 anos e algumas idealizações. Não conhecia as regras do jogo, as burocracias burras do sistema, nem mesmo a […]

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Se Jesus fosse menino, e um menino palestino!

Publicado em 11 de outubro de 2025 por Ana Raquel Fernandes

Se Jesus fosse menino, Eu certamente me deixaria cativar por seu risinho doce E seus olhinhos espertos, Ansiosos por desvendar o mundo E as possibilidades da Vida com que seu Pai lhe agraciou. E brincaríamos juntos, com a inocência de quem, Em si, não reconhece valor algum, Mas todo mérito atribui ao Pai. E passaríamos […]

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Primavera

Publicado em 3 de outubro de 2025 por Ana Raquel Fernandes

“Uma flor nasceu na rua! Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu. Sua cor não se percebe. Suas pétalas não se abrem. Seu nome não está nos livros. É feia.    Mas […]

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Ele sabe

Publicado em 12 de setembro de 2025 por Ana Raquel Fernandes

Saía do médico, em pleno domingo, ainda um pouco anestesiada pela dose intravenosa de Tramal, quando ouvi de um senhor, que, aparentemente tentava consolar outro: “Ele sabe de todas as coisas”. E pensei, sim, Ele sabe mesmo, eu não. Eu não sei de quase nada e ainda questiono o pouco que sei. Não sei nada […]

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Rês

Publicado em 29 de agosto de 2025 por Ana Raquel Fernandes

Menino criado na igreja, houve um tempo em que almejara o celibato. Uma vida devotada a Deus era-lhe mais convidativa que uma entregue ao hedonismo do mundo. Inserido no mundo, João não se via nele, buscava viver uma espécie de vida à parte, sisuda, correta, de bem.  A infância marcada pela reclusão imposta pela mãe. […]

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