
Foto: Secom
Bragança Paulista alcançou a terceira colocação na região Sudeste no renomado Ranking “Cidades Sustentáveis”, consolidando o melhor resultado de sua história no levantamento. Elaborado pela organização Bright Cities, o estudo é inteiramente fundamentado na norma técnica internacional ISO 37120, que serve como referência global e padronizada para auditar o desempenho de serviços públicos urbanos e a qualidade de vida nos municípios. No recorte regional da edição de 2026, a estância climática bragantina posicionou-se logo atrás apenas de São Caetano do Sul e Barueri.
A metodologia do ecossistema de avaliação baseia-se em dados objetivos estruturados em cinco pilares analíticos vitais para o funcionalismo municipal: Prosperidade, Gestão, Bem-Estar, Segurança e Infraestrutura e Serviços Básicos. Conforme os indicadores consolidados entre os ciclos de 2025 e 2026, Bragança Paulista registrou saltos de eficiência administrativa na maioria desses eixos, impulsionando a subida de dez posições no ranqueamento geral do país.
No pilar de Gestão, a pontuação da cidade avançou de 4,51 para 5,58 pontos, enquanto a Infraestrutura subiu de 7,10 para 7,91. No quesito Prosperidade – que afere o desenvolvimento econômico local combinando finanças urbanas e condições de empregabilidade –, o índice foi de 4,49 para 5,19 pontos.
No monitoramento dos eixos estruturais que sustentam a rotina civil, os demais indicadores mantiveram estabilidade institucional rigorosa. O setor de Bem-Estar registrou flutuação decimal mínima de 7,18 para 7,17 pontos, assegurando um alto patamar contínuo em serviços de saúde e educação para a população local. Já na Segurança Pública, Bragança Paulista permaneceu listada como uma das cidades mais seguras e protegidas do país, consolidando uma expressiva pontuação fixa de 8,74.
Um dos dados mais expressivos revelados pelo balanço técnico da Bright Cities foi a evolução do tratamento ambiental de resíduos. A taxa de reciclagem de resíduos sólidos urbanos no município registrou um crescimento vertiginoso de 436%. O volume reaproveitado saltou de uma marca discreta de 0,83% na edição anterior para 4,45% mapeados em 2026, evidenciando as frentes de expansão de coleta seletiva e a destinação ecologicamente correta operada pelo setor público.
De acordo com a Administração, os avanços obtidos refletem o impacto direto das políticas públicas contínuas de governança inteligente que visam a unificar inovação industrial, sustentabilidade no campo e infraestrutura urbana.
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